GT Saúde Mental – Programa de Residência em Medicina de Família e Comunidade

Na quarta-feira, 14 de maio de 2025, no Auditório da Estação OTICS-Rio Centro, foi realizado o Grupo de Trabalho de Saúde Mental que integra o Programa de Residência em Medicina da Família e Comunidade da Secretaria Municipal de Saúde (PRMFC – SMS Rio).

Neste encontro, os residentes abordaram os seguintes tópicos:
– Discussão sobre os capítulos 10 e 11 do livro de Psicoterapia para Medicina de Família e Comunidade;
– Finalização das aulas de Demências e Transtorno Mental Comum (TMC);
– Início da avaliação da aula de Insônias e mobilização do Seminário da Rede de Atenção Psicossocial (RAPS).

O GT de Saúde Mental desenvolve ações para a saúde mental da população na Atenção Primária à Saúde.

Medicina de Família e Comunidade – MFC
Especialidade médica na Atenção Básica à Saúde que presta assistência continuada à saúde da população de forma abrangente. O profissional atende processos de saúde que envolvem enfermidade de forma integral, com um enfoque não só biológico e individual, mas também psicológico, familiar e comunitário. Refletindo sobre desenvolvimento do raciocínio clínico e acurácia diagnóstica.

A MFC é caracterizada como o primeiro contato entre a população e a assistência médica. Estima-se que 90% das demandas de saúde médica podem ser resolvidas ou amenizadas com a ampliação da Atenção Básica à Saúde para à população.

Fonte: “Medicina de Família e Comunidade” Disponível em https://sanarmed.com/medicina-de-familia-e-comunidade/ – Acesso em 04/12/2024.

O Programa de Residência em Medicina de Família e Comunidade da Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro (SMS-RJ) é um curso de dois anos que forma médicos de família e comunidade desde 2012.


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Reunião Online do Grupo Gestor de Saúde Integral da População Negra – CAP 1.0

Na manhã de quarta-feira, 14 de maio de 2025, na Sala de reunião da Estação OTICS-Rio Centro, foi realizada Reunião online do Grupo Gestor de Saúde Integral da População Negra, da Coordenadoria de Saúde da Área de Planejamento 1.0 (CAP 1.0).

A reunião foi ministrada por Fátima Virgínia – Apoiadora Institucional de Saúde Mental da CAP 1.0, visando garantir e ampliar o acesso da população negra aos serviços de saúde pública.

O grupo gestor desempenha o papel de organizar, planejar e coordenar atividades de redução das desigualdades étnico-raciais, o combate ao racismo e à discriminação nas instituições e nos serviços de saúde pública carioca.

Política Nacional de Saúde Integral da População Negra (PNSIPN)
É um compromisso firmado pelo Ministério da Saúde no combate às desigualdades no Sistema Único de Saúde (SUS) e na promoção da saúde da população negra de forma integral, considerando que as iniquidades em saúde são resultados de injustos processos socioeconômicos e culturais – em destaque, o vigente racismo – que corroboram com a morbimortalidade das populações negras brasileiras.

Fonte: “Política Nacional de Saúde Integral da População Negra”. Ministério da Saúde – 3ª Edição. Disponível em: https://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/politica_nacional_saude_populacao_negra. Acessado em 14/05/2025.


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Oficina de Shantala – AP 1.0

Na segunda-feira, 12 de maio de 2025, no Auditório da Estação OTICS-Rio Centro, foi realizada Oficina de Shantala organizada pela Divisão de Ações e Programas de Saúde (DAPS) da Coordenadoria de Saúde da Área de Planejamento 1.0 (CAP 1.0).

A oficina, com foco na capacitação dos profissionais da Atenção Primária à Saúde (APS), foi ministrada pela Assessora Técnica Dinny Brauns. Os participantes foram instruídos sobre a história da Shantala, preparo pré-massagem e as técnicas da massagem.

A Shantala é uma técnica indiana de massagem para bebês, está disponível no Sistema Único de Saúde (SUS). Faz parte das práticas Integrativas e Complementares em Saúde (PICS), é oferecida nas unidades de saúde como forma de fortalecer o vínculo materno-filial e trazer benefícios para o desenvolvimento do bebê.

PRÁTICAS INTEGRATIVAS E COMPLEMENTARES EM SAÚDE (PICS)
São abordagens terapêuticas que visam a promoção, prevenção e recuperação da saúde, fortalecendo o cuidado ofertado no SUS. Proporcionam uma perspectiva direcionada para um cuidado continuado, humanizado e abrangente em saúde, ampliando conhecimentos e qualificando profissionais de saúde para garantir a oferta segura e de qualidade aos usuários do SUS.

Fonte: “Práticas Integrativas e Complementares em Saúde (PICS)”. Disponível em https://www.gov.br/saude/pt-br/composicao/saps/pics – Acesso em 12/05/2025.


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GT Produção Científica – Programa de Residência em Medicina de Família e Comunidade

Na quarta-feira, 7 de maio de 2025, no Auditório da Estação OTICS-Rio Centro, foi realizado o Grupo de Trabalho de Produção Científica, que integra o Programa de Residência em Medicina da Família e Comunidade da Secretaria Municipal de Saúde (PRMFC – SMS Rio).

Durante o encontro, os residentes discutiram sobre o feedback da aula de ética, a ⁠preparação da aula de metodologia, ⁠confecção da lista de orientadores deste ano e a atualização da planilha dos trabalhos de conclusões 2025.

O GT tem foco na pesquisa e produção de conhecimento científico em saúde. A produção científica é a forma mais eficaz de transmissão de conhecimentos, descobertas e teorias, visando o desenvolvimento de uma região/país, quebrar paradigmas e melhorar a qualidade de vida.

Medicina de Família e Comunidade – MFC
É a especialidade médica na Atenção Básica que presta assistência continuada à saúde da população de forma abrangente. O profissional atende processos de saúde que envolvem enfermidade de forma integral, com um enfoque não só biológico e individual, mas também psicológico, familiar e comunitário. Refletindo sobre desenvolvimento do raciocínio clínico e acurácia diagnóstica.

A MFC é caracterizada como o primeiro contato entre a população e a assistência médica. Estima-se que 90% das demandas de saúde médica podem ser resolvidas ou amenizadas com a ampliação da Atenção Básica à Saúde para à população.

Fonte: “Medicina de Família e Comunidade” Disponível em https://sanarmed.com/medicina-de-familia-e-comunidade/ – Acesso em 04/12/2024.

O Programa de Residência em Medicina de Família e Comunidade da Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro (SMS-RJ) é um curso de dois anos que forma médicos de família e comunidade desde 2012.


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Oficina de Equidades no SUS para Gerentes – CAP 1.0

Na terça-feira, 6 de maio de 2025, no Auditório da Estação OTICS-Rio Centro, foi realizada Oficina de Equidades no SUS para Gerentes das unidades de Atenção Primária à Saúde (APS), organizada pela Divisão de Ações e Programas de Saúde (DAPS) da Coordenadoria de Saúde da Área de Planejamento 1.0 (CAP 1.0).

Com o tema “Políticas Públicas na Saúde da População Negra e Programas Inclusivos”, a oficina foi ministrada por Beatriz Vieira com a participação de Fátima Virgínia e Juliana Paulo – Apoiadoras Institucionais DAPS/CAP 1.0.

A oficina visa melhorar as condições de saúde da população negra, reconhecendo suas vulnerabilidades para garantir a equidade no acesso aos serviços de saúde, incluindo ações de atenção, promoção e prevenção, além de gestão participativa.

Divisão de Ações e Programas de Saúde – DAPS
Tem o objetivo de acompanhar a implantação das equipes de saúde da família, os processos de trabalho das Equipes de Atenção Primária, avaliar as propostas e os indicadores dos programas de saúde, buscando a organização e o fortalecimento dos serviços de atenção primária orientados para as ações de promoção e prevenção na elaboração e execução de treinamentos relacionados às ações programáticas e processo de trabalho da Atenção Primária.

Fonte: “DAPS”. Disponível em https://smsdccap33.blogspot.com/p/daps.html – Acesso em 24/03/2025.

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GT Abordagem Comunitária – Programa de Residência em Medicina de Família e Comunidade

Na quarta-feira, 30 de abril de 2025, no Auditório da Estação OTICS-Rio Centro, foi realizado o Grupo de Trabalho de Abordagem Comunitária, que integra o Programa de Residência em Medicina da Família e Comunidade da Secretaria Municipal de Saúde (PRMFC – SMS Rio).

Neste encontro, os residentes discutiram sobre “Acesso, Demanda e Agenda”. No Sistema Único de Saúde (SUS), o acesso, a demanda e a agenda são elementos interligados que definem a oferta e a utilização dos serviços de saúde.

O acesso refere-se à capacidade de o cidadão chegar e utilizar os serviços de saúde. A demanda é a necessidade de cuidado, que pode ser espontânea (atendimentos de urgência, por exemplo) ou programada (consultas agendadas). A agenda, por sua vez, é a ferramenta utilizada para organizar e controlar a oferta de serviços, permitindo que a demanda seja atendida de forma eficiente.

Abordagem comunitária é uma estratégia que aproxima o profissional de saúde da comunidade e das famílias. Faz parte do escopo de atuação da equipe de Saúde da Família e inclui ações de vigilância, prevenção e promoção da saúde. Também tem como foco dominar a realização de diagnóstico situacional de saúde, desenvolver ações educativas no território para fortalecimento do autocuidado em saúde e compreender os fundamentos da educação popular em saúde.

Medicina de Família e Comunidade – MFC
É a especialidade médica na Atenção Básica que presta assistência continuada à saúde da população de forma abrangente. O profissional atende processos de saúde que envolvem enfermidade de forma integral, com um enfoque não só biológico e individual, mas também psicológico, familiar e comunitário. Refletindo sobre desenvolvimento do raciocínio clínico e acurácia diagnóstica.

A MFC é caracterizada como o primeiro contato entre a população e a assistência médica. Estima-se que 90% das demandas de saúde médica podem ser resolvidas ou amenizadas com a ampliação da Atenção Básica à Saúde para à população.

Fonte: “Medicina de Família e Comunidade” Disponível em https://sanarmed.com/medicina-de-familia-e-comunidade/ – Acesso em 04/12/2024.

O Programa de Residência em Medicina de Família e Comunidade da Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro (SMS-RJ) é um curso de dois anos que forma médicos de família e comunidade desde 2012.


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Reunião do Conselho Distrital – CAP 1.0

Na tarde de terça-feira, 29 de abril de 2025, no Auditório da Estação OTICS-Rio Centro, foi realizado a Reunião do Conselho Ordinário Distrital de Saúde (CODS) da Área de Planejamento 1.0.

A reunião teve como pauta “Saúde Mental” e foi apresentada palestra sobre o Centro de Atenção Psicossocial – Álcool e outras Drogas – CAPS AD Carolina Maria de Jesus, ministrada pelo Dr. Anderson Peçanha, Psicólogo e Diretor da unidade.

A unidade, localizada no bairro de São Cristóvão, presta cuidados de saúde mental e psicossocial a usuários de álcool e outras drogas na AP 1.0. Oferecendo uma variedade de serviços, incluindo atendimento individual e em grupo, atividades terapêuticas, acompanhamento familiar e visitas domiciliares.

Ao final da reunião foram passados os avisos do mês e os informes gerais.

CONSELHOS DISTRITAIS DE SAÚDE
São vinculados a SMS-RJ e formados por instâncias colegiadas para garantir a participação dos usuários e funcionários, juntamente com a administração da AP, na gestão da saúde e controle das ações e serviços das unidades de saúde, conforme as normas que regem o Conselho Municipal de Saúde.

Fonte: “Sobre o Conselho” Ministério da Saúde. Disponível em https://www.gov.br/conselho-nacional-de-saude – Acesso em 25/02/2025.


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GT Mortalidade Infantil – DVS CAP 1.0

Na terça-feira, 29 de abril de 2025, na Sala de Reunião da Estação OTICS-Rio Centro, foi realizado o Grupo de Trabalho de Mortalidade Infantil que integra a Comissão de Mortalidade Materna, Infantil e Fetal da Coordenadoria de Atenção Primária da Área de Planejamento 1.0 (CAP 1.0).

A Enfermeira Sanitarista, Jaqueline Evaristo, foi a responsável por ministrar o GT para os profissionais da Divisão de Vigilância em Saúde (DVS) e da Divisão de Ações e Programas de Saúde (DAPS) da CAP 1.0.

O grupo se reuniu para analisar e investigar os óbitos infantis, com identificação das causas, análise das falhas no sistema de saúde e proposição de medidas para reduzir a mortalidade infantil.

O GT é um excelente instrumento para avaliação das políticas públicas e das ações de assistência à saúde materna, infantil e fetal. Sua atuação contribui para a prevenção de óbitos infantis evitáveis, a melhoria da qualidade dos serviços de saúde e a redução das desigualdades sociais em saúde.

VIGILÂNCIA EM SAÚDE
Está relacionada às práticas de atenção e promoção da saúde dos cidadãos e aos mecanismos adotados para prevenção de doenças. Além disso, integra diversas áreas de conhecimento e aborda diferentes temas, tais como política e planejamento, territorialização, epidemiologia, processo saúde-doença, condições de vida e situação de saúde das populações, ambiente e saúde e processo de trabalho. A partir daí, a vigilância se distribui entre: epidemiológica, ambiental, sanitária e saúde do trabalhador.

Fonte: “Vigilância em Saúde” Disponível em https://pensesus.fiocruz.br/vigilancia-em-saude – Acesso em 18/02/2025.


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Reunião da Rede de Atenção Psicossocial – AP 1.0

Na segunda-feira, 28 de abril de 2025, no Auditório da Estação OTICS-Rio Centro, foi realizada “Reunião da Rede de Atenção Psicossocial (RAPS)” da Coordenadoria de Saúde da Área de Planejamento 1.0.

A reunião, ministrada por Fátima Menezes – Apoiadora Institucional de Saúde Mental e Beatriz Vieira – Apoiadora Institucional DAPS/CAP 1.0, teve como objetivo debater sobre o “Fluxo de Cuidado em Saúde Mental na AP 1.0”. Durante o encontro, os profissionais de saúde lotados na Rede de Atenção Psicossocial (RAPS), na Coordenação de Emergência Regional (CER Centro) e do Hospital Municipal Souza Aguiar abordaram sobre os casos ocorridos e os procedimentos adotados na mediação e resolução dos casos.

Os atendimentos em saúde mental são realizados em Unidades de Atenção Primária à Saúde (UAPS), Centros de Atenção Psicossocial (CAPS) e nas Unidades Urgência e Emergência, onde o usuário recebe assistência multiprofissional e cuidado terapêutico conforme sua situação. Em algumas modalidades desses serviços também há possibilidade de acolhimento noturno e/ou cuidado contínuo em situações de maior complexidade.

Rede de Atenção Psicossocial (RAPS)
É um conjunto de diferentes serviços que articulados formam uma rede para cuidar das pessoas com transtornos mentais e com problemas em decorrência do uso de drogas, bem como a seus familiares, nas suas diferentes necessidades. Tem como objetivo proporcionar atenção integral e contínua a pessoas com necessidades relacionadas à saúde mental.

É constituída por um conjunto integrado e articulado de diferentes pontos de atenção para atender pessoas em sofrimento psíquico, com estabelecimento de ações intersetoriais para garantira integralidade do cuidado. É organizada pelos seguintes componentes: I. Atenção Primária à Saúde; II. Atenção Especializada; III. Atenção às Urgências e Emergências; IV. Atenção Residencial de Caráter Transitório; V. Atenção Hospitalar; VI. Estratégias de Desinstitucionalização e Reabilitação.

A porta de entrada para o cuidado em saúde mental são os serviços da atenção básica, os Centros de Atenção Psicossocial (CAPS) e os serviços de urgência e emergência, onde as pessoas são acolhidas, sejam elas referenciadas, ou demanda espontânea.

Fonte: “Rede de Atenção Psicossocial” Disponível em: https://www.gov.br/saude/pt-br/composicao/saes/desmad/raps#:~:text=A%20RAPS%20%C3%A9%20formada%20pelos,(UA)%2C%20SAMU%2C%20Hospitais – Acesso em 17/03/2025.


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Aula dos Residentes do 3º Ano – Programa de Residência em Medicina de Família e Comunidade

Na sexta-feira, 25 de abril de 2025, no Auditório da Estação OTICS-Rio Centro, foi realizada Aula dos Residentes do Ano Adicional – Residentes do 3º Ano (R3), que integra o Programa de Residência em Medicina de Família e Comunidade (PRMFC – SMS Rio).

A aula de Gestão foi ministrada por Julia Lima, teve como tema “Processos de Regulação e Diagnóstico Situacional”. O processo de regulação no SUS é amplo e complexo, com a aplicação de regras, controle e avaliação sobre todos os níveis de atenção, para viabilizar o acesso do cidadão ao serviço de saúde de acordo com sua necessidade.

o diagnóstico situacional é uma ferramenta essencial para o planejamento em saúde, envolve a coleta, análise e interpretação de dados para identificar as necessidades e prioridades da população, permitindo o desenvolvimento de ações e programas mais eficazes e direcionados.

Medicina de Família e Comunidade – MFC
É a especialidade médica na Atenção Básica que presta assistência continuada à saúde da população de forma abrangente. O profissional atende processos de saúde que envolvem enfermidade de forma integral, com um enfoque não só biológico e individual, mas também psicológico, familiar e comunitário. Refletindo sobre desenvolvimento do raciocínio clínico e acurácia diagnóstica.

A MFC é caracterizada como o primeiro contato entre a população e a assistência médica. Estima-se que 90% das demandas de saúde médica podem ser resolvidas ou amenizadas com a ampliação da Atenção Básica à Saúde para à população.

Fonte: “Medicina de Família e Comunidade” Disponível em https://sanarmed.com/medicina-de-familia-e-comunidade/ – Acesso em 04/12/2024.

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