Reunião Geral eMulti – CAP 1.0

Na sexta-feira, 10 de julho de 2026, no Auditório da Estação OTICS-Rio Centro, foi realizada a Reunião Geral eMulti – Equipes Multiprofissionais, promovida pela Divisão de Ações e Programas de Saúde (DAPS) da Coordenadoria Geral de Atenção Primária da Área de Planejamento 1.0.

A reunião técnica, conduzida por Luara Lima e Juliana Paulo, Apoiadoras Técnicas, reuniu os psicólogos e fonoaudiólogos das Equipes Multiprofissionais (eMulti) da AP 1.0 para alinhar e planejar ações, discutir os fluxos de trabalho, compartilhar experiências e fortalecer a atuação integrada junto às equipes de Atenção Primária à Saúde.

O encontro tem como objetivo qualificar os processos de trabalho, promover o matriciamento, integrar as diferentes categorias profissionais e aprimorar o cuidado ofertado aos usuários, contribuindo para uma assistência mais resolutiva, humanizada e integral.

Equipes Multiprofissionais (eMulti):
São equipes compostas por profissionais de saúde, de diferentes áreas do conhecimento e categorias profissionais de diversas áreas (psicólogos, nutricionistas, fisioterapeutas, assistentes sociais, etc.) para atuar de forma complementar às equipes de Saúde da Família (eSF). O objetivo é fortalecer a Atenção Primária à Saúde (APS), aumentar a resolutividade e garantir o cuidado integral através de apoio especializado e ações conjuntas.

Fonte: “Equipes Multiprofissionais na APS” disponível em https://www.gov.br/saude/pt-br/composicao/saps/acoes-interprofissionais/emulti Acesso em 29/01/2026.

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Reunião PSE/IUBAAM – CAP 1.0

Na quinta-feira, 9 de julho de 2026, no Auditório da Estação OTICS-Rio Centro, foi realizada a Reunião do Programa Saúde Escola (PSE) e da Iniciativa Unidade Básica Amiga da Amamentação (IUBAAM), promovida pela Divisão de Ações e Programas de Saúde (DAPS) da Coordenadoria Geral de Atenção Primária da Área de Planejamento 1.0 (CAP 1.0).

A reunião foi conduzida por Aline Jaku, Paulo Mendes, Shenia Medeiros e Zilda Santos, com a participação dos pontos focais e apoiadores do PSE e IUBAAM das unidades de Atenção Primária à Saúde (APS).

O encontro teve como objetivo avaliar as ações desenvolvidas no primeiro semestre de 2026 e planejar as atividades que serão realizadas no segundo semestre, fortalecendo o acompanhamento e a implementação das estratégias dos programas no território.

O Programa Saúde na Escola (PSE) integra as equipes da Atenção Primária à Saúde e as instituições de ensino, para promover a saúde, prevenir doenças e agravos, além de contribuir para o desenvolvimento integral de crianças, adolescentes, jovens e adultos da rede pública de ensino. Por meio de ações de educação em saúde, promoção de hábitos saudáveis, prevenção e acompanhamento das condições de saúde dos estudantes, o programa fortalece a articulação entre os setores de saúde e educação e amplia o acesso ao cuidado.

A Iniciativa Unidade Básica Amiga da Amamentação (IUBAAM) é uma estratégia voltada ao fortalecimento da promoção, proteção e apoio ao aleitamento materno na Atenção Primária à Saúde. A iniciativa qualifica as equipes de saúde para orientar, acolher e acompanhar gestantes, puérperas e suas famílias, contribuindo para o aumento da amamentação e para a melhoria da saúde e do desenvolvimento infantil.


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GT Comunicação Clínica – Programa de Residência em Medicina de Família e Comunidade

Na quarta-feira, 8 de julho de 2026, no Auditório da Estação OTICS-Rio Centro, foi realizado o Grupo de Trabalho de Comunicação Clínica, que integra o Programa de Residência em Medicina de Família e Comunidade (PRMFC) da Secretaria Municipal de Saúde (SMS-RIO).

O GT busca pesquisar, padronizar e treinar habilidades de comunicação para humanizar o atendimento. Transformando a consulta médica em um encontro terapêutico mais seguro, empático e eficiente, aumentando a adesão ao tratamento e reduzindo conflitos.

A comunicação clínica é uma competência cognitiva treinável essencial na abordagem centrada na pessoa. Ela melhora a adesão aos tratamentos em até 62% e previne erros médicos, fortalecendo a relação médico-paciente. O modelo utiliza técnicas de escuta ativa, expressão empática e tomadas de decisão compartilhadas entre profissional e paciente.

Medicina de Família e Comunidade – MFC
Na Atenção Básica é a especialidade médica que presta assistência continuada à saúde da população de forma abrangente. O profissional atende processos de saúde que envolvem enfermidade de forma integral, com um enfoque psicológico, familiar e comunitário. A MFC é caracterizada como o primeiro contato entre a população e a assistência médica. Estima-se que 90% das demandas de saúde médica podem ser resolvidas ou amenizadas com a ampliação da Atenção Básica à Saúde para à população.

Fonte: “Medicina de Família e Comunidade” Disponível em https://sanarmed.com/medicina-de-familia-e-comunidade/ – Acesso em 18/03/2026.

O Programa de Residência em Medicina de Família e Comunidade da Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro (SMS-RJ) é um curso de dois anos que forma médicos de família e comunidade desde 2012.

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Oficina para Implementação do Teste DNA-HPV – DAPS/CAP 1.0

Na segunda-feira, 6 de julho de 2026, foi realizada, no Auditório da Estação OTICS-Rio Centro, a Oficina de Implementação do Teste DNA-HPV para Rastreamento do Câncer do Colo Uterino, promovida pela Divisão de Ações e Programas de Saúde (DAPS) da Coordenadoria Geral de Atenção Primária da Área de Planejamento 1.0 (CAP 1.0) e  SPDMA/PAIS – Associação Paulista para o Desenvolvimento da Medicina/Programa de Atenção Integral à Saúde.

A oficina foi ministrada por Maria Luiza Iavechia – Apoiadora em Saúde da Mulher DAPS/CAP 1.0 e Michelle Oliveira – Enfermeira de Educação Permanente SPDM/PAIS, para padronizar a nova coleta molecular, o manuseio das amostras, os fluxos de encaminhamento, a solicitação de citologia reflexa, o aconselhamento pós-teste e a busca ativa do público-alvo (mulheres de 25 a 64 anos).

O treinamento abrange aspectos práticos, como os novos critérios de indicação, o processamento de amostras e a substituição gradativa do Papanicolau. Na rede pública (SUS), o teste é analisado via biologia molecular em tempo real. A coordenação de cada evento ocorre a nível regional através das Secretarias Estaduais e Municipais de Saúde.

Teste de DNA-HPV
É um exame molecular que detecta a presença do Papilomavírus Humano, identificando o material genético do vírus de alto risco antes do surgimento de lesões no colo do útero. O método substitui ou complementa o Papanicolau.

A coleta do material é simples, rápida e muito semelhante à do Papanicolau. O profissional de saúde introduz um espéculo e utiliza uma pequena escova para coletar células do colo do útero. Em alguns protocolos do SUS, pode ser realizada a autocoleta. O material é encaminhado para análise laboratorial por técnica de biologia molecular (PCR), capaz de identificar quais genótipos do vírus estão presentes.

Fonte: “Plano Operativo Teste DNA-HPV” SMS-RJ. Disponível em: https://subpav.org/aps/uploads/publico/repositorio/Plano_Operativo_Teste_DNA-HPV_(1).pdf – Acesso em 06/07/2026.

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CAPACITA ACS – DAPS/CAP 1.0

Na sexta-feira, 3 de julho de 2026, foi realizado, no Auditório da Estação OTICS-Rio Centro, o Capacita ACS, organizado pela Divisão de Ações e Programas de Saúde da Coordenadoria Geral de Atenção Primária da Área de Planejamento 1.0 (CAP 1.0).

A capacitação foi ministrada por Maria Luiza Iavechia e Flavia Dantas – Apoiadoras em Saúde da Mulher, Dinny Brauns – Assessora Técnica e Zilda Santos, Fernanda Lima e Renata Ribeiro – Apoiadoras da Linha de Cuidado da Criança. Com o objetivo de qualificar o trabalho dos Agentes Comunitários, aprofundando seus conhecimentos e experiências para fortalecer as ações de promoção da saúde, por meio da disseminação de informações, atividades educativas e de prevenção, além do cuidado e do acolhimento.

O treinamento teve foco nos seguintes temas:

Qual o Papel do Agente Comunitário de Saúde na Estratégia de Saúde da Família;

Linhas de Cuidado: Saúde da Mulher, Criança, Doenças Transmissíveis e IST’s.

O ACS atua diretamente na comunidade, realizando visitas domiciliares, cadastrando famílias, identificando problemas de saúde e desempenhando um papel fundamental como elo entre os moradores e a Unidade Básica de Saúde (UBS).

LINHA DE CUIDADO
Caracteriza-se por padronizações técnicas que explicitam informações relativas à organização da oferta de ações de saúde no sistema, nas quais:
– Descrevem rotinas do itinerário do paciente, contemplando informações relativas às ações e atividades de promoção, prevenção, tratamento e reabilitação, a serem desenvolvidas por equipe multidisciplinar em cada serviço de saúde.

– Viabilizam a comunicação entre as equipes, serviços e usuários de uma Rede de Atenção à Saúde, com foco na padronização de ações, organizando um continuum assistencial.

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Oficina de Pontos Focais de Saúde Integral da População Negra – DAPS/CAP 1.0

Na quinta-feira, 2 de julho de 2026, foi realizada, no Auditório da Estação OTICS-Rio Centro, a Oficina de Pontos Focais de Saúde Integral da População Negra, para profissionais da Atenção Primária à Saúde da Coordenadoria da Geral de Atenção Primária da Área de Planejamento 1.0 (CAP 1.0).

A atividade, ministrada por Fátima Virginia e Juliana Paulo – Apoiadoras em Saúde Mental/CAP 1.0, constituiu um espaço estratégico para discutir, planejar e fortalecer a implementação da Política Nacional de Saúde Integral da População Negra (PNSIPN). Buscando promover a equidade em saúde, compartilhar experiências e criar propostas locais para combater o racismo institucional e melhorar a saúde de pessoas negras.

Política Nacional de Saúde Integral da População Negra (PNSIPN)
Instituída pelo Ministério da Saúde, é uma diretriz do SUS voltada para a redução das desigualdades raciais. Ela reconhece o racismo estrutural como determinante social da saúde e busca garantir equidade no acesso aos serviços e atenção integral.

A política é orientada por eixos fundamentais para assegurar o cuidado e combater a discriminação, como: Reconhecimento do Racismo; Equidade; Controle Social; e Educação Permanente.

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GT Iniquidades – Programa de Residência em Medicina de Família e Comunidade

Na quarta-feira, 1º de julho de 2026, no Auditório da Estação OTICS-Rio Centro, foi realizado o Grupo de Trabalho de Iniquidades, que integra o Programa de Residência em Medicina da Família e Comunidade (PRMFC) da Secretaria Municipal de Saúde (SMS-RIO).

Neste encontro, os preceptores discutiram o tema “Saúde do Trabalhador”, abordando estratégias para articular ações de promoção, prevenção e recuperação da saúde de trabalhadores formais e informais. Também foram propostas medidas voltadas à melhoria dos ambientes de trabalho, considerando as diferentes formas de ocupação e vínculos laborais, com o objetivo de identificar e intervir nos fatores que causam agravos à saúde, buscando eliminá-los ou reduzir seus impactos sobre os trabalhadores.

As iniquidades em saúde são diferenças injustas, sistemáticas e evitáveis no acesso à saúde e nas condições de bem-estar enfrentadas por diferentes grupos populacionais. Elas refletem desigualdades estruturais — como renda, raça, gênero e território — que determinam quem adoece mais e quem recebe o tratamento adequado.

Medicina de Família e Comunidade – MFC
Foca na Atenção Primária à Saúde (APS), promovendo cuidados abrangentes, contínuos e integrais para indivíduos, famílias e comunidades. O médico de família e comunidade atua como o primeiro ponto de contato com o sistema de saúde, acompanhando os pacientes ao longo do tempo e em diversas fases da vida.

Fonte: “Medicina de Família e Comunidade” Disponível em https://sanarmed.com/medicina-de-familia-e-comunidade/ – Acesso em 04/12/2024.

O Programa de Residência em Medicina de Família e Comunidade da Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro (SMS-RJ) é um curso de dois anos que forma médicos de família e comunidade desde 2012.

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Reunião de Facilitadores do RAP da Saúde

Na quinta-feira, 25 de junho de 2026, foi realizada, no Auditório da Estação OTICS-Rio Centro, a Reunião de Facilitadores do RAP da Saúde (Rede de Adolescentes e Jovens Promotores da Saúde), programa vinculado à Superintendência de Promoção da Saúde (SPS) da Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro (SMS-Rio).

A reunião de planejamento e organização foi conduzida por Márcio Baptista, Coordenador Técnico do RAP da Saúde, com objetivo de alinhar, junto aos facilitadores, o planejamento pedagógico, os roteiros de acolhimento e a logística dos eventos destinados aos jovens promotores.

Os facilitadores atuam diretamente no acompanhamento dos adolescentes e jovens, oferecendo suporte nas atividades, na capacitação contínua, na avaliação dos feedbacks e na organização das formaturas.

RAP da Saúde
É um projeto da Secretaria Municipal de Saúde em conjunto com a Superintendência de Promoção da Saúde (SPS), para qualificar adolescentes e jovens entre 14 e 24 anos, moradores da cidade do Rio de Janeiro. A seleção dos participantes é feita com base em critérios de vulnerabilidade.

O projeto foi criado em 2007, a partir das experiências da SMS nos Adolescentros da Maré e da Rocinha, sendo institucionalizado e reformulado em 2015, ganhando o formato atual do curso.

Fonte: “Rede de Adolescentes e Jovens Promotores de Saúde – RAP da Saúde” Disponível em https://apsredes.org/rede-de-adolescentes-e-jovens-promotores-de-saude-rap-da-saude/ e “Município faz a seleção para o RAP da Saúde” Disponível em: https://prefeitura.rio/saude/municipio-faz-a-selecao-para-o-rap-da-saude/ – Acesso em 25/06/2026.

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GT de Docência – Programa de Residência em Medicina de Família e Comunidade

Na quarta-feira, 24 de junho de 2026, no Auditório da Estação OTICS-Rio Centro, foi realizado o Grupo de Trabalho de Docência, atividade que integra o Programa de Residência em Medicina de Família e Comunidade (PRMFC) da Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro (SMS-Rio).

Neste encontro, os preceptores discutiram sobre a construção do Curso de Introdução à Preceptoria, voltado ao fortalecimento das competências pedagógicas relacionadas à prática assistencial. A proposta visa capacitar os profissionais para a orientação de estudantes e residentes, com foco no desenvolvimento de habilidades de ensino, comunicação e avaliação em cenários reais de atenção à saúde.

O GT de Docência tem o objetivo de discutir a formação dos médicos residentes, promovendo o aprimoramento das práticas de ensino, da qualificação profissional e da integração entre assistência e educação em saúde.

Medicina de Família e Comunidade – MFC
Na Atenção Básica é a especialidade médica que presta assistência continuada à saúde da população de forma abrangente. O profissional atende processos de saúde que envolvem enfermidade de forma integral, com um enfoque psicológico, familiar e comunitário. A MFC é caracterizada como o primeiro contato entre a população e a assistência médica. Estima-se que 90% das demandas de saúde médica podem ser resolvidas ou amenizadas com a ampliação da Atenção Básica à Saúde para à população.

Fonte: “Medicina de Família e Comunidade” Disponível em https://sanarmed.com/medicina-de-familia-e-comunidade/ – Acesso em 18/03/2026.

O Programa de Residência em Medicina de Família e Comunidade da Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro (SMS-RJ) é um curso de dois anos que forma médicos de família e comunidade desde 2012.

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Reunião de Responsáveis Técnicos – CAP 1.0

Na terça-feira, 23 de junho de 2026, foi realizada, no Auditório da Estação OTICS-Rio Centro, a Reunião de Responsáveis Técnicos das Unidades de Atenção Primária à Saúde da Coordenadoria Geral de Atenção Primária da Área de Planejamento 1.0.

O encontro, conduzido por Maurício Ramos, Médico Responsável Técnico da CAP 1.0, e Luara Lima, Apoiadora Institucional de Saúde Mental da DAPS/CAP 1.0, reuniu os RT’s para discutir o alinhamento dos fluxos de trabalho e a organização dos serviços ofertados à população, em conjunto com a eMulti – Equipes Multiprofissionais na APS.

Também foram abordadas as diretrizes assistenciais e gerenciais, com esclarecimento de demandas e a pactuação de ações voltadas à qualificação do cuidado.

Divisão de Ações e Programas de Saúde – DAPS
Divisão responsável por planejar, coordenar e avaliar programas de saúde pública voltados a populações específicas e grupos prioritários. Coordenam ações relacionadas à saúde da criança, da mulher, do homem, do idoso, saúde mental e nutrição, garantindo que as diretrizes do SUS sejam aplicadas na ponta.

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