Reunião Online do Grupo Gestor de Saúde Integral da População Negra – CAP 1.0

Na manhã de quarta-feira, 14 de maio de 2025, na Sala de reunião da Estação OTICS-Rio Centro, foi realizada Reunião online do Grupo Gestor de Saúde Integral da População Negra, da Coordenadoria de Saúde da Área de Planejamento 1.0 (CAP 1.0).

A reunião foi ministrada por Fátima Virgínia – Apoiadora Institucional de Saúde Mental da CAP 1.0, visando garantir e ampliar o acesso da população negra aos serviços de saúde pública.

O grupo gestor desempenha o papel de organizar, planejar e coordenar atividades de redução das desigualdades étnico-raciais, o combate ao racismo e à discriminação nas instituições e nos serviços de saúde pública carioca.

Política Nacional de Saúde Integral da População Negra (PNSIPN)
É um compromisso firmado pelo Ministério da Saúde no combate às desigualdades no Sistema Único de Saúde (SUS) e na promoção da saúde da população negra de forma integral, considerando que as iniquidades em saúde são resultados de injustos processos socioeconômicos e culturais – em destaque, o vigente racismo – que corroboram com a morbimortalidade das populações negras brasileiras.

Fonte: “Política Nacional de Saúde Integral da População Negra”. Ministério da Saúde – 3ª Edição. Disponível em: https://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/politica_nacional_saude_populacao_negra. Acessado em 14/05/2025.


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Oficina de Shantala – AP 1.0

Na segunda-feira, 12 de maio de 2025, no Auditório da Estação OTICS-Rio Centro, foi realizada Oficina de Shantala organizada pela Divisão de Ações e Programas de Saúde (DAPS) da Coordenadoria de Saúde da Área de Planejamento 1.0 (CAP 1.0).

A oficina, com foco na capacitação dos profissionais da Atenção Primária à Saúde (APS), foi ministrada pela Assessora Técnica Dinny Brauns. Os participantes foram instruídos sobre a história da Shantala, preparo pré-massagem e as técnicas da massagem.

A Shantala é uma técnica indiana de massagem para bebês, está disponível no Sistema Único de Saúde (SUS). Faz parte das práticas Integrativas e Complementares em Saúde (PICS), é oferecida nas unidades de saúde como forma de fortalecer o vínculo materno-filial e trazer benefícios para o desenvolvimento do bebê.

PRÁTICAS INTEGRATIVAS E COMPLEMENTARES EM SAÚDE (PICS)
São abordagens terapêuticas que visam a promoção, prevenção e recuperação da saúde, fortalecendo o cuidado ofertado no SUS. Proporcionam uma perspectiva direcionada para um cuidado continuado, humanizado e abrangente em saúde, ampliando conhecimentos e qualificando profissionais de saúde para garantir a oferta segura e de qualidade aos usuários do SUS.

Fonte: “Práticas Integrativas e Complementares em Saúde (PICS)”. Disponível em https://www.gov.br/saude/pt-br/composicao/saps/pics – Acesso em 12/05/2025.


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GT Produção Científica – Programa de Residência em Medicina de Família e Comunidade

Na quarta-feira, 7 de maio de 2025, no Auditório da Estação OTICS-Rio Centro, foi realizado o Grupo de Trabalho de Produção Científica, que integra o Programa de Residência em Medicina da Família e Comunidade da Secretaria Municipal de Saúde (PRMFC – SMS Rio).

Durante o encontro, os residentes discutiram sobre o feedback da aula de ética, a ⁠preparação da aula de metodologia, ⁠confecção da lista de orientadores deste ano e a atualização da planilha dos trabalhos de conclusões 2025.

O GT tem foco na pesquisa e produção de conhecimento científico em saúde. A produção científica é a forma mais eficaz de transmissão de conhecimentos, descobertas e teorias, visando o desenvolvimento de uma região/país, quebrar paradigmas e melhorar a qualidade de vida.

Medicina de Família e Comunidade – MFC
É a especialidade médica na Atenção Básica que presta assistência continuada à saúde da população de forma abrangente. O profissional atende processos de saúde que envolvem enfermidade de forma integral, com um enfoque não só biológico e individual, mas também psicológico, familiar e comunitário. Refletindo sobre desenvolvimento do raciocínio clínico e acurácia diagnóstica.

A MFC é caracterizada como o primeiro contato entre a população e a assistência médica. Estima-se que 90% das demandas de saúde médica podem ser resolvidas ou amenizadas com a ampliação da Atenção Básica à Saúde para à população.

Fonte: “Medicina de Família e Comunidade” Disponível em https://sanarmed.com/medicina-de-familia-e-comunidade/ – Acesso em 04/12/2024.

O Programa de Residência em Medicina de Família e Comunidade da Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro (SMS-RJ) é um curso de dois anos que forma médicos de família e comunidade desde 2012.


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Oficina de Equidades no SUS para Gerentes – CAP 1.0

Na terça-feira, 6 de maio de 2025, no Auditório da Estação OTICS-Rio Centro, foi realizada Oficina de Equidades no SUS para Gerentes das unidades de Atenção Primária à Saúde (APS), organizada pela Divisão de Ações e Programas de Saúde (DAPS) da Coordenadoria de Saúde da Área de Planejamento 1.0 (CAP 1.0).

Com o tema “Políticas Públicas na Saúde da População Negra e Programas Inclusivos”, a oficina foi ministrada por Beatriz Vieira com a participação de Fátima Virgínia e Juliana Paulo – Apoiadoras Institucionais DAPS/CAP 1.0.

A oficina visa melhorar as condições de saúde da população negra, reconhecendo suas vulnerabilidades para garantir a equidade no acesso aos serviços de saúde, incluindo ações de atenção, promoção e prevenção, além de gestão participativa.

Divisão de Ações e Programas de Saúde – DAPS
Tem o objetivo de acompanhar a implantação das equipes de saúde da família, os processos de trabalho das Equipes de Atenção Primária, avaliar as propostas e os indicadores dos programas de saúde, buscando a organização e o fortalecimento dos serviços de atenção primária orientados para as ações de promoção e prevenção na elaboração e execução de treinamentos relacionados às ações programáticas e processo de trabalho da Atenção Primária.

Fonte: “DAPS”. Disponível em https://smsdccap33.blogspot.com/p/daps.html – Acesso em 24/03/2025.

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GT Abordagem Comunitária – Programa de Residência em Medicina de Família e Comunidade

Na quarta-feira, 30 de abril de 2025, no Auditório da Estação OTICS-Rio Centro, foi realizado o Grupo de Trabalho de Abordagem Comunitária, que integra o Programa de Residência em Medicina da Família e Comunidade da Secretaria Municipal de Saúde (PRMFC – SMS Rio).

Neste encontro, os residentes discutiram sobre “Acesso, Demanda e Agenda”. No Sistema Único de Saúde (SUS), o acesso, a demanda e a agenda são elementos interligados que definem a oferta e a utilização dos serviços de saúde.

O acesso refere-se à capacidade de o cidadão chegar e utilizar os serviços de saúde. A demanda é a necessidade de cuidado, que pode ser espontânea (atendimentos de urgência, por exemplo) ou programada (consultas agendadas). A agenda, por sua vez, é a ferramenta utilizada para organizar e controlar a oferta de serviços, permitindo que a demanda seja atendida de forma eficiente.

Abordagem comunitária é uma estratégia que aproxima o profissional de saúde da comunidade e das famílias. Faz parte do escopo de atuação da equipe de Saúde da Família e inclui ações de vigilância, prevenção e promoção da saúde. Também tem como foco dominar a realização de diagnóstico situacional de saúde, desenvolver ações educativas no território para fortalecimento do autocuidado em saúde e compreender os fundamentos da educação popular em saúde.

Medicina de Família e Comunidade – MFC
É a especialidade médica na Atenção Básica que presta assistência continuada à saúde da população de forma abrangente. O profissional atende processos de saúde que envolvem enfermidade de forma integral, com um enfoque não só biológico e individual, mas também psicológico, familiar e comunitário. Refletindo sobre desenvolvimento do raciocínio clínico e acurácia diagnóstica.

A MFC é caracterizada como o primeiro contato entre a população e a assistência médica. Estima-se que 90% das demandas de saúde médica podem ser resolvidas ou amenizadas com a ampliação da Atenção Básica à Saúde para à população.

Fonte: “Medicina de Família e Comunidade” Disponível em https://sanarmed.com/medicina-de-familia-e-comunidade/ – Acesso em 04/12/2024.

O Programa de Residência em Medicina de Família e Comunidade da Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro (SMS-RJ) é um curso de dois anos que forma médicos de família e comunidade desde 2012.


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Reunião do Conselho Distrital – CAP 1.0

Na tarde de terça-feira, 29 de abril de 2025, no Auditório da Estação OTICS-Rio Centro, foi realizado a Reunião do Conselho Ordinário Distrital de Saúde (CODS) da Área de Planejamento 1.0.

A reunião teve como pauta “Saúde Mental” e foi apresentada palestra sobre o Centro de Atenção Psicossocial – Álcool e outras Drogas – CAPS AD Carolina Maria de Jesus, ministrada pelo Dr. Anderson Peçanha, Psicólogo e Diretor da unidade.

A unidade, localizada no bairro de São Cristóvão, presta cuidados de saúde mental e psicossocial a usuários de álcool e outras drogas na AP 1.0. Oferecendo uma variedade de serviços, incluindo atendimento individual e em grupo, atividades terapêuticas, acompanhamento familiar e visitas domiciliares.

Ao final da reunião foram passados os avisos do mês e os informes gerais.

CONSELHOS DISTRITAIS DE SAÚDE
São vinculados a SMS-RJ e formados por instâncias colegiadas para garantir a participação dos usuários e funcionários, juntamente com a administração da AP, na gestão da saúde e controle das ações e serviços das unidades de saúde, conforme as normas que regem o Conselho Municipal de Saúde.

Fonte: “Sobre o Conselho” Ministério da Saúde. Disponível em https://www.gov.br/conselho-nacional-de-saude – Acesso em 25/02/2025.


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GT Mortalidade Infantil – DVS CAP 1.0

Na terça-feira, 29 de abril de 2025, na Sala de Reunião da Estação OTICS-Rio Centro, foi realizado o Grupo de Trabalho de Mortalidade Infantil que integra a Comissão de Mortalidade Materna, Infantil e Fetal da Coordenadoria de Atenção Primária da Área de Planejamento 1.0 (CAP 1.0).

A Enfermeira Sanitarista, Jaqueline Evaristo, foi a responsável por ministrar o GT para os profissionais da Divisão de Vigilância em Saúde (DVS) e da Divisão de Ações e Programas de Saúde (DAPS) da CAP 1.0.

O grupo se reuniu para analisar e investigar os óbitos infantis, com identificação das causas, análise das falhas no sistema de saúde e proposição de medidas para reduzir a mortalidade infantil.

O GT é um excelente instrumento para avaliação das políticas públicas e das ações de assistência à saúde materna, infantil e fetal. Sua atuação contribui para a prevenção de óbitos infantis evitáveis, a melhoria da qualidade dos serviços de saúde e a redução das desigualdades sociais em saúde.

VIGILÂNCIA EM SAÚDE
Está relacionada às práticas de atenção e promoção da saúde dos cidadãos e aos mecanismos adotados para prevenção de doenças. Além disso, integra diversas áreas de conhecimento e aborda diferentes temas, tais como política e planejamento, territorialização, epidemiologia, processo saúde-doença, condições de vida e situação de saúde das populações, ambiente e saúde e processo de trabalho. A partir daí, a vigilância se distribui entre: epidemiológica, ambiental, sanitária e saúde do trabalhador.

Fonte: “Vigilância em Saúde” Disponível em https://pensesus.fiocruz.br/vigilancia-em-saude – Acesso em 18/02/2025.


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Reunião da Rede de Atenção Psicossocial – AP 1.0

Na segunda-feira, 28 de abril de 2025, no Auditório da Estação OTICS-Rio Centro, foi realizada “Reunião da Rede de Atenção Psicossocial (RAPS)” da Coordenadoria de Saúde da Área de Planejamento 1.0.

A reunião, ministrada por Fátima Menezes – Apoiadora Institucional de Saúde Mental e Beatriz Vieira – Apoiadora Institucional DAPS/CAP 1.0, teve como objetivo debater sobre o “Fluxo de Cuidado em Saúde Mental na AP 1.0”. Durante o encontro, os profissionais de saúde lotados na Rede de Atenção Psicossocial (RAPS), na Coordenação de Emergência Regional (CER Centro) e do Hospital Municipal Souza Aguiar abordaram sobre os casos ocorridos e os procedimentos adotados na mediação e resolução dos casos.

Os atendimentos em saúde mental são realizados em Unidades de Atenção Primária à Saúde (UAPS), Centros de Atenção Psicossocial (CAPS) e nas Unidades Urgência e Emergência, onde o usuário recebe assistência multiprofissional e cuidado terapêutico conforme sua situação. Em algumas modalidades desses serviços também há possibilidade de acolhimento noturno e/ou cuidado contínuo em situações de maior complexidade.

Rede de Atenção Psicossocial (RAPS)
É um conjunto de diferentes serviços que articulados formam uma rede para cuidar das pessoas com transtornos mentais e com problemas em decorrência do uso de drogas, bem como a seus familiares, nas suas diferentes necessidades. Tem como objetivo proporcionar atenção integral e contínua a pessoas com necessidades relacionadas à saúde mental.

É constituída por um conjunto integrado e articulado de diferentes pontos de atenção para atender pessoas em sofrimento psíquico, com estabelecimento de ações intersetoriais para garantira integralidade do cuidado. É organizada pelos seguintes componentes: I. Atenção Primária à Saúde; II. Atenção Especializada; III. Atenção às Urgências e Emergências; IV. Atenção Residencial de Caráter Transitório; V. Atenção Hospitalar; VI. Estratégias de Desinstitucionalização e Reabilitação.

A porta de entrada para o cuidado em saúde mental são os serviços da atenção básica, os Centros de Atenção Psicossocial (CAPS) e os serviços de urgência e emergência, onde as pessoas são acolhidas, sejam elas referenciadas, ou demanda espontânea.

Fonte: “Rede de Atenção Psicossocial” Disponível em: https://www.gov.br/saude/pt-br/composicao/saes/desmad/raps#:~:text=A%20RAPS%20%C3%A9%20formada%20pelos,(UA)%2C%20SAMU%2C%20Hospitais – Acesso em 17/03/2025.


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Aula dos Residentes do 3º Ano – Programa de Residência em Medicina de Família e Comunidade

Na sexta-feira, 25 de abril de 2025, no Auditório da Estação OTICS-Rio Centro, foi realizada Aula dos Residentes do Ano Adicional – Residentes do 3º Ano (R3), que integra o Programa de Residência em Medicina de Família e Comunidade (PRMFC – SMS Rio).

A aula de Gestão foi ministrada por Julia Lima, teve como tema “Processos de Regulação e Diagnóstico Situacional”. O processo de regulação no SUS é amplo e complexo, com a aplicação de regras, controle e avaliação sobre todos os níveis de atenção, para viabilizar o acesso do cidadão ao serviço de saúde de acordo com sua necessidade.

o diagnóstico situacional é uma ferramenta essencial para o planejamento em saúde, envolve a coleta, análise e interpretação de dados para identificar as necessidades e prioridades da população, permitindo o desenvolvimento de ações e programas mais eficazes e direcionados.

Medicina de Família e Comunidade – MFC
É a especialidade médica na Atenção Básica que presta assistência continuada à saúde da população de forma abrangente. O profissional atende processos de saúde que envolvem enfermidade de forma integral, com um enfoque não só biológico e individual, mas também psicológico, familiar e comunitário. Refletindo sobre desenvolvimento do raciocínio clínico e acurácia diagnóstica.

A MFC é caracterizada como o primeiro contato entre a população e a assistência médica. Estima-se que 90% das demandas de saúde médica podem ser resolvidas ou amenizadas com a ampliação da Atenção Básica à Saúde para à população.

Fonte: “Medicina de Família e Comunidade” Disponível em https://sanarmed.com/medicina-de-familia-e-comunidade/ – Acesso em 04/12/2024.

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Oficina de Territorialização AP 1.0 – CMS Marcolino Candau

Na tarde desta quinta-feira, 17 de abril de 2025, no Auditório da Estação OTICS-Rio Centro, foi realizada a Oficina de Territorialização para os Agentes Comunitários de Saúde (ACS) do Centro Municipal de Saúde Marcolino Candau, localizada na Área de Planejamento 1.0.

A atividade teve como objetivo revisar e atualizar as microáreas por Equipes de Saúde da Família, enfatizando sua relevância na compreensão das necessidades da comunidade e no planejamento das ações de saúde na Atenção Básica.

Neste encontro, a Gerente Mariana Areas em conjunto com os agentes atualizaram o desenho das duas equipes da unidade (Berço do Samba e Cidade Nova). No próximo encontro serão atualizados os desenhos das microáreas.

Durante a oficina foi utilizado o Google Earth Pro, ferramenta que permite a visualização do território em 3D, para demarcar e atualizar o mapa territorial da unidade.

A oficina foi mediada pelo Analista de Projetos Vinicius Batista (OTICS-Rio Centro), e Paulo César, responsável pela territorialização da CAP 1.0.

O QUE É TERRITORIALIZAÇÃO?
É utilizada pela Atenção Primária à Saúde (APS) para auxiliar na compreensão do processo saúde/doença da população, permitindo a realização de diagnóstico e assinalando possíveis necessidades de intervenção para os problemas encontrados em um território específico.

É utilizada para definir área de atuação dos serviços de saúde com objetivo de planejar as ofertas de serviços aos perfis da população daquela localidade.

Fonte: “Guia de Territorialização e Diagnóstico de Área da APS no DF (2019)”. Disponível em https://www.saude.df.gov.br/documents/37101/62415/Guia+de+Territorializacao – Acesso em 24/03/2025.

O GOOGLE EARTH PRO
É um software desenvolvido e distribuído pela empresa americana Google cuja função é apresentar um modelo tridimensional do globo terrestre, construído a partir de mosaico de imagens de satélite obtidas de imagens aéreas e SIG (Sistema de Informação Geográfica) 3D. Desta forma, pode ser usado como um gerador de mapas bidimensionais e imagens de satélite ou como um simulador das diversas paisagens presentes no Planeta Terra. Sendo possível identificar lugares, construções, cidades, paisagens, entre outros elementos.

Link para download do Google Earth Pro


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