Reunião de Formatura do RAP da Saúde: Turma 2024-2025

Na terça-feira, 22 de julho de 2025, no Auditório da Estação OTICS-Rio Centro, foi realizado Reunião de Formatura do RAP da Saúde: Turma 2024-2025 do Curso de Formação da Rede de Adolescentes e Jovens Promotores de Saúde (RAP da Saúde).

A reunião teve como objetivo o alinhamento das etapas da cerimônia de formatura entre o Coordenador Técnico, Marcio Baptista, e a Equipe de Facilitadores do RAP. A formatura será realizada no Teatro Carlos Gomes, na quarta-feira (23/07).

RAP da Saúde
É um projeto da Secretaria Municipal de Saúde em conjunto com a Superintendência de Promoção da Saúde (SPS), para qualificar adolescentes e jovens entre 14 e 24 anos, moradores da cidade. A seleção dos participantes é feita com base em critérios de vulnerabilidade.

O projeto foi criado em 2007, a partir das experiências da SMS nos Adolescentros da Maré e da Rocinha, sendo institucionalizado e reformulado em 2015, ganhando o formato atual do curso.

Fonte: “Município faz a seleção para o RAP da Saúde” Disponível em: https://prefeitura.rio/saude/municipio-faz-a-selecao-para-o-rap-da-saude/ – Acesso em 22/07/2025.

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Grupo de Trabalho de Mortalidade Infantil – DVS/CAP 1.0

Na manhã de terça-feira, 22 de julho de 2025, na Sala de Reunião III da Estação OTICS-Rio Sede (Em parceria com a Estação OTICS-Rio Centro), foi realizado o Grupo de Trabalho de Mortalidade Infantil, que integra a Comissão de Mortalidade Materna, Infantil e Fetal da Coordenadoria de Atenção Primária da Área de Planejamento 1.0 (CAP 1.0).

A Enfermeira Sanitarista, Jaqueline Evaristo, foi a responsável por ministrar o GT para os profissionais da Divisão de Vigilância em Saúde (DVS) e da Divisão de Ações e Programas de Saúde (DAPS) da CAP 1.0.

O grupo se reuniu para analisar e investigar os óbitos infantis, com identificação das causas, análise das falhas no sistema de saúde e proposição de medidas para reduzir a mortalidade infantil. A vigilância desses casos é uma importante estratégia de redução da mortalidade infantil e fetal.

O GT é um instrumento para avaliação das políticas públicas e das ações de assistência à saúde materna, infantil e fetal. Sua atuação contribui para a prevenção de óbitos infantis evitáveis, melhoria da qualidade dos serviços de saúde e redução das desigualdades sociais em saúde.

VIGILÂNCIA EM SAÚDE
Está relacionada às práticas de atenção e promoção da saúde dos cidadãos e aos mecanismos adotados para prevenção de doenças. Além disso, integra diversas áreas de conhecimento e aborda diferentes temas, tais como política e planejamento, territorialização, epidemiologia, processo saúde-doença, condições de vida e situação de saúde das populações, ambiente e saúde e processo de trabalho. A partir daí, a vigilância se distribui entre: epidemiológica, ambiental, sanitária e saúde do trabalhador.

Fonte: “Vigilância em Saúde” Disponível em https://pensesus.fiocruz.br/vigilancia-em-saude – Acesso em 18/02/2025.


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Reunião de Alinhamento da Equipe de Vigilância Ambiental – DVS CAP 1.0

Na tarde desta segunda-feira, 21 de julho de 2025, no auditório da Estação OTICS-Rio Centro, foi realizada Reunião de Alinhamento da Equipe de Vigilância em Saúde Ambiental (VSA), que faz parte da Divisão de Vigilância em Saúde (DVS) da Coordenadoria de Saúde da Área de Planejamento 1.0 (CAP 1.0).

A reunião foi ministrada por Demétrio Tederich – Responsável Técnico da Divisão de Vigilância em Saúde (DVS/CAP 1.0), com a participação de Agentes de Vigilância Ambiental em Saúde, e teve como tema a discussão sobre o monitoramento do avanço e presença do vírus Aedes aegypti, com a utilização de ovitrampas.

As ovitrampas simulam o ambiente ideal para a procriação do Aedes aegypti: um vaso de planta preto é preenchido com água, que fica parada, atraindo o mosquito. Nele, são inseridas uma palheta de madeira (Eucatex) que facilita que a fêmea do Aedes coloque ovos.

Por meio dessas armadilhas, é possível detectar os índices de infestação do Aedes durante todo o ano pelo território da AP 1.0; Além de avaliar o real impacto das aplicações de UBV (Ultra Baixo Volume) e monitorar as regiões que necessitam de maior atuação no controle do vetor, possibilitando a intensificação das estratégias antes até do surgimento de casos das doenças causadas pelo Aedes.

VIGILÂNCIA EM SAÚDE AMBIENTAL
É um conjunto de ações e serviços que propiciam o conhecimento e a detecção de mudanças nos fatores determinantes e condicionantes do meio ambiente que interferem na saúde humana. Ela tem a finalidade de recomendar e adotar medidas de promoção à saúde, prevenção e monitoramento dos fatores de riscos relacionados às doenças ou agravos à saúde, e a vigilância das populações humanas expostas aos fatores de risco ambientais não biológicos.

Fonte: “Vigilância em Saúde Ambiental (VSA)” Disponível em https://www.gov.br/saude/pt-br/composicao/svsa/saude-ambiental – Acesso em 27/11/2024.


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II Encontro de Matriciamento e Manejo do Cuidado às Pessoas em Situação de Violência – AP 1.0

Na tarde desta segunda-feira, 21 de julho de 2025, no Auditório da Estação OTICS-Rio Centro, foi realizada o II Encontro de Matriciamento e Manejo do Cuidado às Pessoas em Situação de Violência, organizado pela Divisão de Ações e Programas de Saúde (DAPS) da Coordenadoria de Saúde da Área de Planejamento 1.0 (CAP 1.0).

Durante o encontro, mediado por Verônica Bush (Assistente Social/DAPS), os participantes discutiram sobre as diversas formas de violência que podem acometer as famílias e qual o papel dos profissionais de saúde nas unidades em relação ao acolhimento e condução das pessoas violentadas problema.

O matriciamento e manejo do cuidado às pessoas em situação de violência envolve ações coordenadas entre diferentes níveis de atenção à saúde, com foco na corresponsabilização e integralidade do cuidado. O apoio matricial, como dispositivo de gestão, visa aproximar equipes da atenção básica e especializada, promovendo a construção compartilhada de propostas de intervenção e ampliando as ações de cuidado.

Divisão de Ações e Programas de Saúde – DAPS
Acompanha a implantação das equipes de saúde da família; os processos de trabalho das equipes de Atenção Primária; avaliar as propostas e os indicadores dos programas de saúde, buscando a organização e o fortalecimento dos serviços de atenção primária orientados para as ações de promoção e prevenção na elaboração e execução de treinamentos relacionados às ações programáticas e processo de trabalho da Atenção Primária.

Fonte: “DAPS”. Disponível em https://smsdccap33.blogspot.com/p/daps.html – Acesso em 31/03/2025.

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Reunião da Rede de Atenção Psicossocial – AP 1.0

Na manhã de segunda-feira, 21 de julho de 2025, no Auditório da Estação OTICS-Rio Centro, foi realizada Reunião da Rede de Atenção Psicossocial (RAPS) da Coordenadoria de Saúde da Área de Planejamento 1.0.

A reunião com objetivo de discutir o “Fluxo de Cuidado em Saúde Mental na AP 1.0”, teve a participação de gestores das unidades de Atenção Primária à Saúde e supervisores da Rede de Atenção Psicossocial da AP 1.0. Durante o encontro foram abordados os casos ocorridos e os procedimentos adotados na mediação.

Os atendimentos em saúde mental são realizados em unidades de Atenção Primária à Saúde (APS), Centros de Atenção Psicossocial (CAPS) e nas Unidades Urgência e Emergência, onde o usuário recebe assistência multiprofissional e cuidado terapêutico conforme sua situação. Em algumas modalidades desses serviços também há possibilidade de acolhimento noturno e/ou cuidado contínuo em situações de maior complexidade.

Rede de Atenção Psicossocial (RAPS)
É uma rede de serviços de saúde mental que integra o Sistema Único de Saúde (SUS) e com objetivo garantir o cuidado integral e continuado a pessoas com sofrimento psíquico e problemas relacionados ao uso de álcool e outras drogas.

É constituída por um conjunto integrado e articulado de diferentes pontos de atenção para atender pessoas em sofrimento psíquico, com estabelecimento de ações intersetoriais para garantira integralidade do cuidado.

A porta de entrada para o cuidado em saúde mental são os serviços da atenção básica, os Centros de Atenção Psicossocial (CAPS) e os serviços de urgência e emergência, onde as pessoas são acolhidas, sejam elas referenciadas ou demanda espontânea.

Fonte: “Rede de Atenção Psicossocial” Disponível em: https://www.gov.br/saude/pt-br/composicao/saes/desmad/raps#:~:text=A%20RAPS%20%C3%A9%20formada%20pelos,(UA)%2C%20SAMU%2C%20Hospitais – Acesso em 17/03/2025.


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Aula de Gestão dos Residentes do 3º Ano (R3) – Programa de Residência em Medicina de Família e Comunidade

Na sexta-feira, 18 de julho de 2025, no Auditório da Estação OTICS-Rio Centro, foi realizada Aula dos Residentes do Terceiro Ano (R3) em Gestão, que integra o Programa de Residência em Medicina da Família e Comunidade da Secretaria Municipal de Saúde (PRMFC – SMS Rio).

Durante a aula foi realizada Oficina de Segurança do Paciente na Atenção Primária à Saúde (APS), ministrada pelo Dr. Rodrigo Vieira (CF Amaury Bottany – AP 3.3), para capacitar os residentes na identificação, prevenção e gerenciamento de riscos e incidentes que possam prejudicar a segurança do paciente durante a assistência médica.

Medicina de Família e Comunidade – MFC
Especialidade médica na Atenção Básica à Saúde que presta assistência continuada à saúde da população de forma abrangente. O profissional atende processos de saúde que envolvem enfermidade de forma integral, com um enfoque não só biológico e individual, mas também psicológico, familiar e comunitário. Refletindo sobre desenvolvimento do raciocínio clínico e acurácia diagnóstica.

A MFC é caracterizada como o primeiro contato entre a população e a assistência médica. Estima-se que 90% das demandas de saúde médica podem ser resolvidas ou amenizadas com a ampliação da Atenção Básica à Saúde para à população.

Fonte: “Medicina de Família e Comunidade” Disponível em https://sanarmed.com/medicina-de-familia-e-comunidade/ – Acesso em 04/12/2024.

O Programa de Residência em Medicina de Família e Comunidade da Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro (SMS-RJ) é um curso de dois anos que forma médicos de família e comunidade desde 2012.

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Aula dos Residentes do 3º Ano (R3) – Programa de Residência em Medicina de Família e Comunidade

Na quinta-feira, 17 de julho de 2025, na Sala de Reunião da Estação OTICS-Rio Centro, foi realizada Aula dos Residentes do Ano Adicional – Residentes do 3º Ano (R3), que integra o Programa de Residência em Medicina da Família e Comunidade da Secretaria Municipal de Saúde (PRMFC – SMS Rio).

A aula de Saúde Mental foi ministrada pela Drª Celina Ragoni, com o tema “Intervenção Breve”. Uma abordagem no atendimento que visa, de forma rápida e objetiva, auxiliar pessoas com problemas relacionados ao uso de álcool e outras drogas a modificar seu comportamento. Essa estratégia pode ser aplicada por diversos profissionais de saúde em diferentes contextos, como atenção primária, para auxiliar indivíduos a reconhecerem os riscos associados ao uso de substâncias e motivá-los a reduzir ou interromper o consumo.

Medicina de Família e Comunidade – MFC
Especialidade médica na Atenção Básica à Saúde que presta assistência continuada à saúde da população de forma abrangente. O profissional atende processos de saúde que envolvem enfermidade de forma integral, com um enfoque não só biológico e individual, mas também psicológico, familiar e comunitário. Refletindo sobre desenvolvimento do raciocínio clínico e acurácia diagnóstica.

A MFC é caracterizada como o primeiro contato entre a população e a assistência médica. Estima-se que 90% das demandas de saúde médica podem ser resolvidas ou amenizadas com a ampliação da Atenção Básica à Saúde para à população.

Fonte: “Medicina de Família e Comunidade” Disponível em https://sanarmed.com/medicina-de-familia-e-comunidade/ – Acesso em 04/12/2024.

O Programa de Residência em Medicina de Família e Comunidade da Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro (SMS-RJ) é um curso de dois anos que forma médicos de família e comunidade desde 2012.

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Treinamento Processo.Rio e SIGMA (2ª Turma) – CAP 1.0

Na quinta-feira, 17 de julho de 2025, no Auditório da Estação OTICS-Rio Centro, foi realizado Treinamento Processo.Rio e SIGMA, organizado pela Divisão de Infraestrutura e Logística (DIL) da Coordenadoria de Saúde da Área de Planejamento 1.0 (CAP 1.0).

O treinamento para a segunda turma foi ministrado por Sérgio Souza (Diretor DIL/CAP 1.0) e Rodrigo Rodrigues (Diretor DVS/CAP 1.0), com a participação dos palestrantes Adriana Alves (Assistente Administrativo/SPDM) e Patricia Diniz (Assistente de Suprimentos/SPDM) para os profissionais que atuam nas Unidades de Atenção Primária à Saúde da AP 1.0.

Com o tema “Gestão de Almoxarifado”, o treinamento teve foco a padronização na utilização do sistema SIGMA, esclarecendo as dúvidas do gerenciamento de estoques.

Divisão de Infraestrutura e Logística
Gerencia e coordena as atividades relacionadas à infraestrutura e logística. Cuidando de questões como manutenção de instalações, gestão de transportes, armazenagem, distribuição de materiais e outros serviços que garantem o bom funcionamento da CAP 1.0.


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GT Comunicação Clínica – Programa de Residência em Medicina de Família e Comunidade

Na quarta-feira, 16 de julho de 2025, no Auditório da Estação OTICS-Rio Centro, foi realizado o Grupo de Trabalho de Comunicação Clínica, que integra o Programa de Residência em Medicina da Família e Comunidade da Secretaria Municipal de Saúde (PRMFC – SMS Rio).

Neste encontro, os preceptores realizaram a avaliação da última oficina e organizaram a próxima aula dos residentes do 1º ano.

A comunicação clínica é essencial para a promoção da saúde, pois permite a interação e a troca de informações entre os profissionais de saúde e os usuários dos serviços.

Medicina de Família e Comunidade – MFC
Especialidade médica na Atenção Básica à Saúde que presta assistência continuada à saúde da população de forma abrangente. O profissional atende processos de saúde que envolvem enfermidade de forma integral, com um enfoque não só biológico e individual, mas também psicológico, familiar e comunitário. Refletindo sobre desenvolvimento do raciocínio clínico e acurácia diagnóstica.

A MFC é caracterizada como o primeiro contato entre a população e a assistência médica. Estima-se que 90% das demandas de saúde médica podem ser resolvidas ou amenizadas com a ampliação da Atenção Básica à Saúde para à população.

Fonte: “Medicina de Família e Comunidade” Disponível em https://sanarmed.com/medicina-de-familia-e-comunidade/ – Acesso em 04/12/2024.

O Programa de Residência em Medicina de Família e Comunidade da Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro (SMS-RJ) é um curso de dois anos que forma médicos de família e comunidade desde 2012.

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Treinamento Processo.Rio e SIGMA – CAP 1.0

Na terça-feira, 15 de julho de 2025, no Auditório da Estação OTICS-Rio Centro, foi realizado Treinamento Processo.Rio e SIGMA, organizado pela Divisão de Infraestrutura e Logística (DIL) da Coordenadoria de Saúde da Área de Planejamento 1.0 (CAP 1.0).

O treinamento foi ministrado por Sérgio Souza (Diretor DIL/CAP 1.0) e Rodrigo Rodrigues (Diretor DVS/CAP 1.0) para os profissionais que atuam nas Unidades de Atenção Primária à Saúde da AP 1.0.

O Processo.Rio é um sistema eletrônico de gestão de documentos e processos utilizado pela Prefeitura do Rio de Janeiro para otimizar a tramitação de documentos e processos administrativos. Já o SIGMA refere-se ao Sistema de Informações Gerenciais de Materiais, um sistema utilizado para controlar e gerenciar o estoque de materiais, incluindo materiais de consumo e medicamentos, nas unidades de saúde e outras unidades da prefeitura.

Divisão de Infraestrutura e Logística
Gerencia e coordena as atividades relacionadas à infraestrutura e logística. Cuidando de questões como manutenção de instalações, gestão de transportes, armazenagem, distribuição de materiais e outros serviços que garantem o bom funcionamento da CAP 1.0.


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