Reunião dos Núcleos de Assistência Farmacêutica – CAP 1.0

Na quinta-feira, 18 de dezembro de 2025, no Auditório da Estação OTICS-Rio Sede (em parceria com a Estação OTICS-Rio Centro), foi realizada a Reunião dos Núcleos de Assistência Farmacêutica da Coordenadoria Geral de Atenção Primária à Saúde da Área de Planejamento 1.0 (AP 1.0).

A reunião de fechamento do ano de 2025 foi ministrada por Jaime Almeida – NAF 1.0, Militão Vieira – Assessor Técnico NAF 1.0 e Daniella Mendes – Coordenadora Farmacêutica SPDM-PAIS, com a participação dos farmacêuticos das Unidades de Atenção Primária à Saúde (UAPS) da AP 1.0. O objetivo do encontro foi avaliar as ações, discutir desafios e definir metas futuras para a assistência farmacêutica. 

Núcleo de Assistência Farmacêutica (NAF)
Desempenha um papel fundamental na distribuição e gestão de medicamentos, insumos e serviços farmacêuticos na esfera municipal. O NAF é o principal ponto de acesso para os usuários do SUS, especialmente para aqueles que precisam de medicamentos especializados ou de alto custo. Eles atuam em diversas áreas, desde a seleção e aquisição de medicamentos até a dispensação, armazenamento e distribuição, visando garantir o acesso da população aos medicamentos necessários para o tratamento de suas condições de saúde.

Fonte: “Plano Municipal de Saúde do Rio de Janeiro •2018-2021•” Disponível em: https://www.rio.rj.gov.br/dlstatic/10112/7677780/4225104/PMS2018_VersaoPreliminar.pdf – Acessado em 12/06/2025.

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Aula R3: Saúde Mental – Programa de Residência em Medicina de Família e Comunidade

Na quinta-feira, 18 de dezembro de 2025, no Auditório da Estação OTICS-Rio Centro, foi realizada Aula dos Residentes do 3º Ano (R3) – Ano Adicional, que integra o Programa de Residência em Medicina da Família e Comunidade (PRMFC) da Secretaria Municipal de Saúde (SMS-Rio).

Neste encontro a aula de Saúde Mental teve como tema “O Deambulatório como dispositivo da RAPS (Rede de Atenção Psicossocial)”. O Deambulatório é dispositivo estratégico que funciona como uma equipe multiprofissional territorial vinculada aos CAPS para expandir o acesso e qualificar o cuidado em saúde mental, especialmente para casos de média complexidade, atuando na comunidade, promovendo o vínculo, a reabilitação psicossocial e integrando com a Atenção Primária, focando na liberdade e no território para desinstitucionalizar o cuidado.

Medicina de Família e Comunidade – MFC
Foca na Atenção Primária à Saúde (APS), promovendo cuidados abrangentes, contínuos e integrais para indivíduos, famílias e comunidades. O médico de família e comunidade atua como o primeiro ponto de contato com o sistema de saúde, acompanhando os pacientes ao longo do tempo e em diversas fases da vida.

Fonte: “Medicina de Família e Comunidade” Disponível em https://sanarmed.com/medicina-de-familia-e-comunidade/ – Acesso em 04/12/2024.

O Programa de Residência em Medicina de Família e Comunidade da Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro (SMS-RJ) é um curso de dois anos que forma médicos de família e comunidade desde 2012.

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Reunião do Conselho Distrital – CAP 1.0

Na terça-feira, 16 de dezembro de 2025, no Auditório da Estação OTICS-Rio Centro, foi realizada a Reunião do Conselho Ordinário Distrital de Saúde (CODS) da Área de Planejamento 1.0.

Os temas debatidos na reunião este mês foram: Accountability CAP 1.0 e Processo Eleitoral da Comissão Executiva.

Ao final da reunião foram passados os avisos do mês e os informes gerais.

CONSELHOS DISTRITAIS DE SAÚDE
São vinculados a SMS-RJ e formados por instâncias colegiadas para garantir a participação dos usuários e funcionários, juntamente com a administração da AP, na gestão da saúde e controle das ações e serviços das unidades de saúde, conforme as normas que regem o Conselho Municipal de Saúde.

Fonte: “Sobre o Conselho” Ministério da Saúde. Disponível em https://www.gov.br/conselho-nacional-de-saude – Acesso em 25/02/2025.

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Reunião da Rede de Atenção Psicossocial – AP 1.0

Na segunda-feira, 15 de dezembro de 2025, no Auditório da Estação OTICS-Rio Centro, foi realizada a Reunião da Rede de Atenção Psicossocial (RAPS) da Coordenadoria de Saúde da Área de Planejamento 1.0.

A reunião teve como objetivo discutir o Fluxo de Cuidado em Saúde Mental na AP 1.0 e o planejamento da RAPS para o ano de 2026.

Os atendimentos em saúde mental são realizados em unidades de Atenção Primária à Saúde (APS), Centros de Atenção Psicossocial (CAPS) e nas Unidades Urgência e Emergência, onde o usuário recebe assistência multiprofissional e cuidado terapêutico conforme sua situação. Em algumas modalidades desses serviços também há possibilidade de acolhimento noturno e/ou cuidado contínuo em situações de maior complexidade.

Rede de Atenção Psicossocial (RAPS)
Rede de serviços de saúde mental que integra o Sistema Único de Saúde (SUS) e com objetivo garantir o cuidado integral e continuado a pessoas com sofrimento psíquico e problemas relacionados ao uso de álcool e outras drogas.

É constituída por um conjunto integrado e articulado de diferentes pontos de atenção para atender pessoas em sofrimento psíquico, com estabelecimento de ações intersetoriais para garantira integralidade do cuidado.

A porta de entrada para o cuidado em saúde mental são os serviços da atenção básica, os Centros de Atenção Psicossocial (CAPS) e os serviços de urgência e emergência, onde as pessoas são acolhidas, sejam elas referenciadas ou demanda espontânea.

Fonte: “Rede de Atenção Psicossocial” Disponível em: https://www.gov.br/saude/pt-br/composicao/saes/desmad/raps#:~:text=A%20RAPS%20%C3%A9%20formada%20pelos,(UA)%2C%20SAMU%2C%20Hospitais – Acesso em 17/03/2025.

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Oficina de Qualificação de Preceptores – PRMultiSF

Na quinta-feira, 11 de dezembro de 2025, no Auditório da Estação OTICS-Rio Centro, foi realizada Oficina de Qualificação de Preceptores do Programa de Residência Multiprofissional em Saúde da Família (PRMultiSF) da Secretaria Municipal de Saúde (SMS-Rio).

A oficina, ministrada por Kátia Guerra – Coordenadora Adjunta/PRMultiSF, teve como foco o planejamento, avaliação e feedback para garantir a qualidade da formação. Com orientação do desenvolvimento das competências pedagógicas, técnicas e de gestão dos preceptores.

Oficinas e cursos de Qualificação de Preceptores são programas de formação focados em capacitar profissionais de saúde que orientam residentes e estudantes nos serviços, ensinando-os a usar metodologias ativas, a integrar ensino-serviço e a melhorar a qualidade da assistência no SUS. Essa qualificação é essencial para o sucesso de programas de residência e formação multiprofissional.

Residência Multiprofissional em Saúde de Família
Promove a formação de profissionais de saúde com foco na Atenção Primária, com especialização em saúde da família. Com o desenvolvimento de competências, os profissionais de saúde graduados atuam junto às equipes de saúde da família, com ênfase na organização do processo de trabalho, no cuidado à saúde (individual, familiar e coletiva) e na educação em saúde. Buscando assim a melhoria da saúde e o bem-estar dos indivíduos, suas famílias e comunidade, com foco na prevenção, promoção, proteção e recuperação da saúde. 

Fonte: “Programa de Residência Multiprofissional em Saúde de Família” Disponível em https://ensino.ensp.fiocruz.br/pt-br/cursos/lato-sensu/residencia/residencia-multiprofissional-saude-familia – Acesso em: 15/05/2025.

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GT Doenças Crônicas Não Transmissíveis – Programa de Residência em Medicina de Família e Comunidade

Na quarta-feira, 10 de dezembro de 2025, no Auditório da Estação OTICS-Rio Centro, foi realizado o Grupo de Trabalho de Doenças Crônicas não Transmissíveis, que integra o Programa de Residência em Medicina da Família e Comunidade (PRMFC) da Secretaria Municipal de Saúde (SMS-Rio).

Neste encontro, os preceptores realizaram o feedback da aula de DPOC (Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica), discutiram sobre a organização do GT e a proposta de calendário de aulas para 2026/2027.

As DCNT’s são as maiores causas de morbimortalidade no mundo. Compõem o conjunto de condições crônicas que possuem diversos fatores de risco, caracterizadas por início gradual, de prognóstico incerto, com longa duração, apresentando curso clínico que muda ao longo do tempo, com possíveis períodos de agudização, que podem gerar incapacidades.

Medicina de Família e Comunidade – MFC
Foca na Atenção Primária à Saúde (APS), promovendo cuidados abrangentes, contínuos e integrais para indivíduos, famílias e comunidades. O médico de família e comunidade atua como o primeiro ponto de contato com o sistema de saúde, acompanhando os pacientes ao longo do tempo e em diversas fases da vida.

Fonte: “Medicina de Família e Comunidade” Disponível em https://sanarmed.com/medicina-de-familia-e-comunidade/ – Acesso em 04/12/2024.

O Programa de Residência em Medicina de Família e Comunidade da Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro (SMS-RJ) é um curso de dois anos que forma médicos de família e comunidade desde 2012.

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Reunião de Articulação das Ações em Saúde do CnaR, CAPS e CAPSi – AP 1.0

Na terça-feira, 09 de dezembro de 2025, no Auditório da Estação OTICS-Rio Centro, foi realizada a Reunião de Articulação das Ações em Saúde do Consultório na Rua (CnaR), Centro de Atenção Psicossocial (CAPS) e Centro de Atenção Psicossocial Infanto-Juvenil (CAPSi) na Área de Planejamento 1.0 (AP 1.0).

A reunião foi ministrada por Juliana Paulo e Silva – Apoiadora Técnica/CnaR, como um encontro estratégico para alinhar fluxos de cuidado, garantir a integralidade do tratamento e promover a saúde no território através da Equipe Multiprofissional (eMulti), Rede de Atenção Psicossocial (RAPS) e Atenção Primária a Saúde (APS).

Consultório na Rua (CnaR)
É um serviço da Secretaria Municipal de Saúde (SMS) do Rio de Janeiro, que visa levar atendimento médico diretamente às pessoas que vivem em situação de rua, buscando facilitar o acesso à saúde e promover a inclusão social. Oferecendo serviços como: atenção primária em saúde; ações de promoção e prevenção em saúde; acompanhamento de casos; apoio à autonomia e protagonismo das pessoas em situação de rua; e articulação com outros serviços de saúde e assistência social.

Fonte:Diretrizes Norteadoras das Equipes de Consultório Na Rua do Município do Rio de Janeiro”. Disponível em https://subpav.org/aps/uploads/publico/repositorio/diretrizes_cnar_2017.pdf – Acesso em 10/07/2025.

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GT Comunicação Clínica – Programa de Residência em Medicina de Família e Comunidade

Na quarta-feira, 3 de dezembro de 2025, no Auditório da Estação OTICS-Rio Centro, foi realizado o Grupo de Trabalho de Comunicação Clínica, que integra o Programa de Residência em Medicina da Família e Comunidade (PRMFC) da Secretaria Municipal de Saúde (SMS-Rio).

Neste encontro os preceptores discutiram sobre a organização da aula dos residentes do 1º ano, (R1), sobre “Comunicação com Pessoas com Sintomas de Difícil Caracterização”, e a aula dos residentes do 2º ano, (R2), sobre “Teleatendimento”.

A comunicação clínica deve ser assertiva, objetiva e respeitosa, focando na relação de confiança, para assegurar que a mensagem seja compreendida e que o paciente se sinta seguro e compreendido.

Medicina de Família e Comunidade – MFC
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Fonte: “Medicina de Família e Comunidade” Disponível em https://sanarmed.com/medicina-de-familia-e-comunidade/ – Acesso em 04/12/2024.

O Programa de Residência em Medicina de Família e Comunidade da Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro (SMS-RJ) é um curso de dois anos que forma médicos de família e comunidade desde 2012.

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Oficina de Indicadores para Gestores – CAP 1.0

Na terça-feira, 2 de dezembro de 2025, no Auditório da Estação OTICS-Rio Centro, foi realizada Oficina de Indicadores para Gestores, organizada pela Assessoria Técnica da Coordenadoria Geral de Atenção Primária da Área de Planejamento 1.0 (CAP 1.0).

A reunião foi ministrada por Priscila Motta – Assessora Técnica CAP 1.0, para qualificação dos gestores das unidades da AP 1.0 nos novos indicadores de cofinanciamento do Ministério da Saúde para a Atenção Primária à Saúde (APS). O projeto se baseia em um novo modelo com três componentes: fixo por equipe, vínculo/acompanhamento territorial e qualidade. São medidos mensalmente, substituindo a avaliação trimestral anterior.

Os indicadores de qualidade incluem, por exemplo, o cuidado com doenças crônicas (diabetes, hipertensão), cuidado de gestantes e idosos, saúde bucal e desenvolvimento infantil, entre outros, além de ações interprofissionais e de saúde bucal. A avaliação visa induzir boas práticas e o protagonismo do cuidado na Atenção Primária, buscando melhorar o acesso e a resolutividade dos serviços.

Os indicadores da atenção primária abrangem diversas áreas, como acesso, cuidado com condições crônicas (diabetes, hipertensão), saúde da mulher (gestação, prevenção de câncer), saúde infantil, saúde do idoso e saúde bucal. Eles são usados para monitorar o desempenho e o financiamento das equipes de saúde, visando melhorar a qualidade do cuidado oferecido à população.

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Reunião Regional de Comissão de Óbitos – AP 1.0

Na manhã de terça-feira, 2 de dezembro de 2025, no Auditório da Estação OTICS-Rio Centro, foi realizada a Reunião Regional de Comissão de Óbitos – AP 1.0 da Coordenadoria de Atenção Primária da Área de Planejamento 1.0.

A reunião foi ministrada por Jaqueline Evaristo para analisar e discutir óbitos maternos ocorridos na AP 1.0. Com análise de possíveis falhas no processo assistencial, visando a melhoria contínua da qualidade na assistência à saúde para prevenção e redução dos óbitos.

A Comissão de Mortalidade é um grupo multiprofissional e interinstitucional que analisa casos de óbitos (maternos, infantis e fetais) para identificar as causas, especialmente aquelas evitáveis, e propor medidas para reduzir essas mortes. Os comitês são uma estratégia de saúde pública para planejar e melhorar a assistência e vigilância.

VIGILÂNCIA EM SAÚDE
Está relacionada às práticas de atenção e promoção da saúde dos cidadãos e aos mecanismos adotados para prevenção de doenças. Além disso, integra diversas áreas de conhecimento e aborda diferentes temas, tais como política e planejamento, territorialização, epidemiologia, processo saúde-doença, condições de vida e situação de saúde das populações, ambiente e saúde e processo de trabalho. A partir daí, a vigilância se distribui entre: epidemiológica, ambiental, sanitária e saúde do trabalhador.

Fonte: “Vigilância em Saúde” Disponível em https://pensesus.fiocruz.br/vigilancia-em-saude – Acesso em 18/02/2025.

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