Reunião de Gestores – Coordenadoria de Saúde da Área de Planejamento 1.0 (CAP 1.0)

Na tarde de segunda-feira, 28 de julho 2025, no Auditório da OTICS-Rio Centro foi realizada Reunião de Gestores da Coordenadoria de Saúde da Área de Planejamento 1.0 (CAP 1.0).

A reunião para discussão dos indicadores do componente de qualidade do novo modelo de cofinanciamento federal da Atenção Primária à Saúde (APS), teve a participação dos gestores das Clínicas da Família e dos Centros Municipais de Saúde da AP 1.0.

Participaram da reunião Leticia Rapparini – Supervisora de Planejamento/SPDM, Raquel – Especialista em Educação e Saúde, Priscilla Motta – DAPS/CAP 1.0 e Maria Luiza Torres – DICA/CAP1.0.

O componente de qualidade do novo modelo de cofinanciamento federal da Atenção Primária à Saúde (APS) é estruturado em torno de 15 indicadores, organizados em sete eixos temáticos, que visam avaliar o desempenho das equipes de Saúde da Família (eSF), Atenção Primária (eAP), Saúde Bucal (eSB) e Multiprofissionais (eMulti). Esses indicadores abrangem diversas áreas do cuidado, desde ações interprofissionais até o acompanhamento de condições crônicas e a prevenção de doenças.


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Reunião Mensal dos Apoiadores eMulti – SMS Rio

Na manhã de segunda-feira, 28 de julho de 2025, no Auditório da Estação OTICS-Rio Centro, foi realizada Reunião Mensal dos Apoiadores das Equipes Multiprofissionais (eMulti) da Secretaria Municipal de Saúde (SMS-Rio).

Durante a reunião de planejamento das atividades foi apresentada palestra sobre “Determinantes Sociais e Tuberculose”, ministrada por Ana Paula Barbosa – Gerente da Gerência de Doenças Pulmonares Prevalentes (GDPP/SMS-Rio), Maira Guazzi – Assistente Social – GDPP e Poliana Santana – Assistente Social Secretaria Estadual de Saúde/Secretaria Municipal de Saúde (SES/SMS-Rio).

A Gerência de Doenças Pulmonares Prevalentes (GDPP) é um setor da Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro responsável por coordenar as ações relacionadas ao controle e prevenção de doenças pulmonares de grande incidência na população, como tuberculose, asma e DPOC (Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica). A GDPP atua na promoção, prevenção, assistência e vigilância dessas doenças, buscando reduzir a sua prevalência e o impacto na saúde pública.

As equipes eMulti são compostas por profissionais de saúde de diversas áreas, que atuam de forma integrada e complementar às demais equipes da Atenção Primária à Saúde (APS).

A eMulti foi instituída por meio da Portaria GM/MS nº 635, de 22 de maio de 2023, pelo Ministério da Saúde para o fortalecimento ao cuidado multiprofissional na APS e dá continuidade ao trabalho do Núcleo Ampliado de Saúde da Família (NASF) com reformulações e mudanças para atender as demandas do perfil demográfico e epidemiológico atual.

Fonte: “Equipes Multiprofissionais na APS” disponível em https://www.gov.br/saude/pt-br/composicao/saps/acoes-interprofissionais/emulti Acesso em 16/12/2024.

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Oficina de Territorialização AP 1.0 – Centro Municipal de Saúde Salles Netto

Na manhã de quinta-feira, 24 de julho de 2025, foi realizada Oficina de Territorialização para os Agentes Comunitários de Saúde (ACS) do Centro Municipal de Saúde Salles Netto, localizada na Área de Planejamento 1.0.

A territorialização tem por objetivo revisar e atualizar as microáreas das Equipes de Saúde da Família da unidade, enfatizando sua relevância na compreensão das necessidades da comunidade e no planejamento das ações de saúde no território.

O Diretor Marcelo Gouveia e o Gerente Thiago Falcão, em conjunto com os agentes comunitários, atualizaram as microáreas das Equipes Caturama, Fortuna, Estrela, Escondidinho, Barão de Petrópolis, Campos da Paz e Rebouças, assim definindo o mapa territorial da unidade.

Durante a oficina, o Google Earth Pro, ferramenta que permite a visualização do território em 3D, foi utilizado para auxiliar na demarcação e atualização do território.

A oficina foi mediada por Vinicius Batista – Analista de Projetos OTICS-Rio Centro.

O QUE É TERRITORIALIZAÇÃO?
É utilizada pela Atenção Primária à Saúde (APS) para auxiliar na compreensão do processo saúde/doença da população, permitindo a realização de diagnóstico e assinalando possíveis necessidades de intervenção de problemas encontrados em um território específico. Também é utilizada para definir área de atuação dos serviços de saúde com objetivo de planejar as ofertas de serviços aos perfis da população daquela localidade.

Fonte: “Guia de Territorialização e Diagnóstico de Área da APS no DF (2019)”. Disponível em https://www.saude.df.gov.br/documents/37101/62415/Guia+de+Territorializacao – Acesso em 24/03/2025.

O GOOGLE EARTH PRO
É um software desenvolvido e distribuído pela empresa americana Google cuja função é apresentar um modelo tridimensional do globo terrestre, construído a partir de mosaico de imagens de satélite obtidas de imagens aéreas e SIG (Sistema de Informação Geográfica) 3D. Desta forma, pode ser usado como um gerador de mapas bidimensionais e imagens de satélite ou como um simulador das diversas paisagens presentes no Planeta Terra. Sendo possível identificar lugares, construções, cidades, paisagens, entre outros elementos.

Link para download do Google Earth Pro

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GT Equidade no SUS, na Favela, na Periferia, na Diversidade e no Gueto – Programa de Residência em Enfermagem de Família e Comunidade

Nesta quarta-feira, 23 de julho de 2025, na Sala de Reunião da Estação OTICS-Rio Centro, foi realizado o GT Equidade no SUS, na Favela, na Periferia, na Diversidade e no Gueto, que integra o Programa de Residência em Enfermagem de Família e Comunidade (PREFC) da Secretaria Municipal de Saúde (SMS-Rio).

Neste encontro os preceptores realizaram a Apresentação de Líderes e do Contrato de Convivência.

O princípio da equidade norteia as políticas públicas em saúde, reconhecendo necessidades de grupos específicos e atuando para reduzir o impacto dos determinantes sociais da saúde aos quais estão submetidos. Assim, os programas de saúde são realizados conforme a pluralidade da população.

Enfermagem de Família e Comunidade – ESF
Tem como eixo norteador o ensino para serviço, que permite aos residentes vivenciarem os problemas do dia a dia já durante sua formação. A Residência integra ações de promoção, proteção, recuperação e de educação em saúde no nível individual e coletivo.

Os profissionais estreitam o vínculo com o usuário da rede pública de saúde e aprendem a valorizar a integralidade do atendimento, a participação social e a intersetorialidade.

Fonte: “Sobre o Programa” Disponível em https://sigaenf.subpav.org/quemsomos – Acessado em 02/07/2025.

Em caso de dúvidas, procure uma unidade de saúde.

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Para mais informações, acesse: coronavirus.rio/vacina

GT Doenças Crônicas Não Transmissíveis – Programa de Residência em Medicina de Família e Comunidade

Na quarta-feira, 23 de julho de 2025, no Auditório da Estação OTICS-Rio Centro, foi realizado o Grupo de Trabalho de Doenças Crônicas Não Transmissíveis (DCNT), que integra o Programa de Residência em Medicina da Família e Comunidade (PRMFC) da Secretaria Municipal de Saúde (SMS-Rio).

Durante o encontro os preceptores realizaram a preparação da Aula de Check-Up e Rastreamento, que será ministrada aos residentes do primeiro ano (R1).

As Doenças Crônicas Não Transmissíveis (DCNT) são as maiores causas de morbimortalidade no mundo. Compõem o conjunto de condições crônicas que possuem diversos fatores de risco, caracterizadas por início gradual, de prognóstico incerto, com longa duração, apresentando curso clínico que muda ao longo do tempo, com possíveis períodos de agudização, que podem gerar incapacidades.

Medicina de Família e Comunidade – MFC
Especialidade médica que foca na atenção primária à saúde, promovendo cuidados abrangentes, contínuos e integrais para indivíduos, famílias e comunidades. O médico de família e comunidade atua como o primeiro ponto de contato com o sistema de saúde, acompanhando seus pacientes ao longo do tempo e em diversas fases da vida. Estima-se que 90% das demandas de saúde médica podem ser resolvidas ou amenizadas com a ampliação da Atenção Básica à Saúde para à população.

Fonte: “Medicina de Família e Comunidade” Disponível em https://sanarmed.com/medicina-de-familia-e-comunidade/ – Acesso em 04/12/2024.

O Programa de Residência em Medicina de Família e Comunidade da Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro (SMS-RJ) é um curso de dois anos que forma médicos de família e comunidade desde 2012.

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Reunião de Formatura do RAP da Saúde: Turma 2024-2025

Na terça-feira, 22 de julho de 2025, no Auditório da Estação OTICS-Rio Centro, foi realizado Reunião de Formatura do RAP da Saúde: Turma 2024-2025 do Curso de Formação da Rede de Adolescentes e Jovens Promotores de Saúde (RAP da Saúde).

A reunião teve como objetivo o alinhamento das etapas da cerimônia de formatura entre o Coordenador Técnico, Marcio Baptista, e a Equipe de Facilitadores do RAP. A formatura será realizada no Teatro Carlos Gomes, na quarta-feira (23/07).

RAP da Saúde
É um projeto da Secretaria Municipal de Saúde em conjunto com a Superintendência de Promoção da Saúde (SPS), para qualificar adolescentes e jovens entre 14 e 24 anos, moradores da cidade. A seleção dos participantes é feita com base em critérios de vulnerabilidade.

O projeto foi criado em 2007, a partir das experiências da SMS nos Adolescentros da Maré e da Rocinha, sendo institucionalizado e reformulado em 2015, ganhando o formato atual do curso.

Fonte: “Município faz a seleção para o RAP da Saúde” Disponível em: https://prefeitura.rio/saude/municipio-faz-a-selecao-para-o-rap-da-saude/ – Acesso em 22/07/2025.

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Grupo de Trabalho de Mortalidade Infantil – DVS/CAP 1.0

Na manhã de terça-feira, 22 de julho de 2025, na Sala de Reunião III da Estação OTICS-Rio Sede (Em parceria com a Estação OTICS-Rio Centro), foi realizado o Grupo de Trabalho de Mortalidade Infantil, que integra a Comissão de Mortalidade Materna, Infantil e Fetal da Coordenadoria de Atenção Primária da Área de Planejamento 1.0 (CAP 1.0).

A Enfermeira Sanitarista, Jaqueline Evaristo, foi a responsável por ministrar o GT para os profissionais da Divisão de Vigilância em Saúde (DVS) e da Divisão de Ações e Programas de Saúde (DAPS) da CAP 1.0.

O grupo se reuniu para analisar e investigar os óbitos infantis, com identificação das causas, análise das falhas no sistema de saúde e proposição de medidas para reduzir a mortalidade infantil. A vigilância desses casos é uma importante estratégia de redução da mortalidade infantil e fetal.

O GT é um instrumento para avaliação das políticas públicas e das ações de assistência à saúde materna, infantil e fetal. Sua atuação contribui para a prevenção de óbitos infantis evitáveis, melhoria da qualidade dos serviços de saúde e redução das desigualdades sociais em saúde.

VIGILÂNCIA EM SAÚDE
Está relacionada às práticas de atenção e promoção da saúde dos cidadãos e aos mecanismos adotados para prevenção de doenças. Além disso, integra diversas áreas de conhecimento e aborda diferentes temas, tais como política e planejamento, territorialização, epidemiologia, processo saúde-doença, condições de vida e situação de saúde das populações, ambiente e saúde e processo de trabalho. A partir daí, a vigilância se distribui entre: epidemiológica, ambiental, sanitária e saúde do trabalhador.

Fonte: “Vigilância em Saúde” Disponível em https://pensesus.fiocruz.br/vigilancia-em-saude – Acesso em 18/02/2025.


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Reunião de Alinhamento da Equipe de Vigilância Ambiental – DVS CAP 1.0

Na tarde desta segunda-feira, 21 de julho de 2025, no auditório da Estação OTICS-Rio Centro, foi realizada Reunião de Alinhamento da Equipe de Vigilância em Saúde Ambiental (VSA), que faz parte da Divisão de Vigilância em Saúde (DVS) da Coordenadoria de Saúde da Área de Planejamento 1.0 (CAP 1.0).

A reunião foi ministrada por Demétrio Tederich – Responsável Técnico da Divisão de Vigilância em Saúde (DVS/CAP 1.0), com a participação de Agentes de Vigilância Ambiental em Saúde, e teve como tema a discussão sobre o monitoramento do avanço e presença do vírus Aedes aegypti, com a utilização de ovitrampas.

As ovitrampas simulam o ambiente ideal para a procriação do Aedes aegypti: um vaso de planta preto é preenchido com água, que fica parada, atraindo o mosquito. Nele, são inseridas uma palheta de madeira (Eucatex) que facilita que a fêmea do Aedes coloque ovos.

Por meio dessas armadilhas, é possível detectar os índices de infestação do Aedes durante todo o ano pelo território da AP 1.0; Além de avaliar o real impacto das aplicações de UBV (Ultra Baixo Volume) e monitorar as regiões que necessitam de maior atuação no controle do vetor, possibilitando a intensificação das estratégias antes até do surgimento de casos das doenças causadas pelo Aedes.

VIGILÂNCIA EM SAÚDE AMBIENTAL
É um conjunto de ações e serviços que propiciam o conhecimento e a detecção de mudanças nos fatores determinantes e condicionantes do meio ambiente que interferem na saúde humana. Ela tem a finalidade de recomendar e adotar medidas de promoção à saúde, prevenção e monitoramento dos fatores de riscos relacionados às doenças ou agravos à saúde, e a vigilância das populações humanas expostas aos fatores de risco ambientais não biológicos.

Fonte: “Vigilância em Saúde Ambiental (VSA)” Disponível em https://www.gov.br/saude/pt-br/composicao/svsa/saude-ambiental – Acesso em 27/11/2024.


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II Encontro de Matriciamento e Manejo do Cuidado às Pessoas em Situação de Violência – AP 1.0

Na tarde desta segunda-feira, 21 de julho de 2025, no Auditório da Estação OTICS-Rio Centro, foi realizada o II Encontro de Matriciamento e Manejo do Cuidado às Pessoas em Situação de Violência, organizado pela Divisão de Ações e Programas de Saúde (DAPS) da Coordenadoria de Saúde da Área de Planejamento 1.0 (CAP 1.0).

Durante o encontro, mediado por Verônica Bush (Assistente Social/DAPS), os participantes discutiram sobre as diversas formas de violência que podem acometer as famílias e qual o papel dos profissionais de saúde nas unidades em relação ao acolhimento e condução das pessoas violentadas problema.

O matriciamento e manejo do cuidado às pessoas em situação de violência envolve ações coordenadas entre diferentes níveis de atenção à saúde, com foco na corresponsabilização e integralidade do cuidado. O apoio matricial, como dispositivo de gestão, visa aproximar equipes da atenção básica e especializada, promovendo a construção compartilhada de propostas de intervenção e ampliando as ações de cuidado.

Divisão de Ações e Programas de Saúde – DAPS
Acompanha a implantação das equipes de saúde da família; os processos de trabalho das equipes de Atenção Primária; avaliar as propostas e os indicadores dos programas de saúde, buscando a organização e o fortalecimento dos serviços de atenção primária orientados para as ações de promoção e prevenção na elaboração e execução de treinamentos relacionados às ações programáticas e processo de trabalho da Atenção Primária.

Fonte: “DAPS”. Disponível em https://smsdccap33.blogspot.com/p/daps.html – Acesso em 31/03/2025.

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Reunião da Rede de Atenção Psicossocial – AP 1.0

Na manhã de segunda-feira, 21 de julho de 2025, no Auditório da Estação OTICS-Rio Centro, foi realizada Reunião da Rede de Atenção Psicossocial (RAPS) da Coordenadoria de Saúde da Área de Planejamento 1.0.

A reunião com objetivo de discutir o “Fluxo de Cuidado em Saúde Mental na AP 1.0”, teve a participação de gestores das unidades de Atenção Primária à Saúde e supervisores da Rede de Atenção Psicossocial da AP 1.0. Durante o encontro foram abordados os casos ocorridos e os procedimentos adotados na mediação.

Os atendimentos em saúde mental são realizados em unidades de Atenção Primária à Saúde (APS), Centros de Atenção Psicossocial (CAPS) e nas Unidades Urgência e Emergência, onde o usuário recebe assistência multiprofissional e cuidado terapêutico conforme sua situação. Em algumas modalidades desses serviços também há possibilidade de acolhimento noturno e/ou cuidado contínuo em situações de maior complexidade.

Rede de Atenção Psicossocial (RAPS)
É uma rede de serviços de saúde mental que integra o Sistema Único de Saúde (SUS) e com objetivo garantir o cuidado integral e continuado a pessoas com sofrimento psíquico e problemas relacionados ao uso de álcool e outras drogas.

É constituída por um conjunto integrado e articulado de diferentes pontos de atenção para atender pessoas em sofrimento psíquico, com estabelecimento de ações intersetoriais para garantira integralidade do cuidado.

A porta de entrada para o cuidado em saúde mental são os serviços da atenção básica, os Centros de Atenção Psicossocial (CAPS) e os serviços de urgência e emergência, onde as pessoas são acolhidas, sejam elas referenciadas ou demanda espontânea.

Fonte: “Rede de Atenção Psicossocial” Disponível em: https://www.gov.br/saude/pt-br/composicao/saes/desmad/raps#:~:text=A%20RAPS%20%C3%A9%20formada%20pelos,(UA)%2C%20SAMU%2C%20Hospitais – Acesso em 17/03/2025.


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