Oficina de Pontos Focais de Saúde Integral da População Negra – DAPS/CAP 1.0

Na quinta-feira, 2 de julho de 2026, foi realizada, no Auditório da Estação OTICS-Rio Centro, a Oficina de Pontos Focais de Saúde Integral da População Negra, para profissionais da Atenção Primária à Saúde da Coordenadoria da Geral de Atenção Primária da Área de Planejamento 1.0 (CAP 1.0).

A atividade, ministrada por Fátima Virginia e Juliana Paulo – Apoiadoras em Saúde Mental/CAP 1.0, constituiu um espaço estratégico para discutir, planejar e fortalecer a implementação da Política Nacional de Saúde Integral da População Negra (PNSIPN). Buscando promover a equidade em saúde, compartilhar experiências e criar propostas locais para combater o racismo institucional e melhorar a saúde de pessoas negras.

Política Nacional de Saúde Integral da População Negra (PNSIPN)
Instituída pelo Ministério da Saúde, é uma diretriz do SUS voltada para a redução das desigualdades raciais. Ela reconhece o racismo estrutural como determinante social da saúde e busca garantir equidade no acesso aos serviços e atenção integral.

A política é orientada por eixos fundamentais para assegurar o cuidado e combater a discriminação, como: Reconhecimento do Racismo; Equidade; Controle Social; e Educação Permanente.

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GT Iniquidades – Programa de Residência em Medicina de Família e Comunidade

Na quarta-feira, 1º de julho de 2026, no Auditório da Estação OTICS-Rio Centro, foi realizado o Grupo de Trabalho de Iniquidades, que integra o Programa de Residência em Medicina da Família e Comunidade (PRMFC) da Secretaria Municipal de Saúde (SMS-RIO).

Neste encontro, os preceptores discutiram o tema “Saúde do Trabalhador”, abordando estratégias para articular ações de promoção, prevenção e recuperação da saúde de trabalhadores formais e informais. Também foram propostas medidas voltadas à melhoria dos ambientes de trabalho, considerando as diferentes formas de ocupação e vínculos laborais, com o objetivo de identificar e intervir nos fatores que causam agravos à saúde, buscando eliminá-los ou reduzir seus impactos sobre os trabalhadores.

As iniquidades em saúde são diferenças injustas, sistemáticas e evitáveis no acesso à saúde e nas condições de bem-estar enfrentadas por diferentes grupos populacionais. Elas refletem desigualdades estruturais — como renda, raça, gênero e território — que determinam quem adoece mais e quem recebe o tratamento adequado.

Medicina de Família e Comunidade – MFC
Foca na Atenção Primária à Saúde (APS), promovendo cuidados abrangentes, contínuos e integrais para indivíduos, famílias e comunidades. O médico de família e comunidade atua como o primeiro ponto de contato com o sistema de saúde, acompanhando os pacientes ao longo do tempo e em diversas fases da vida.

Fonte: “Medicina de Família e Comunidade” Disponível em https://sanarmed.com/medicina-de-familia-e-comunidade/ – Acesso em 04/12/2024.

O Programa de Residência em Medicina de Família e Comunidade da Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro (SMS-RJ) é um curso de dois anos que forma médicos de família e comunidade desde 2012.

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Reunião de Facilitadores do RAP da Saúde

Na quinta-feira, 25 de junho de 2026, foi realizada, no Auditório da Estação OTICS-Rio Centro, a Reunião de Facilitadores do RAP da Saúde (Rede de Adolescentes e Jovens Promotores da Saúde), programa vinculado à Superintendência de Promoção da Saúde (SPS) da Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro (SMS-Rio).

A reunião de planejamento e organização foi conduzida por Márcio Baptista, Coordenador Técnico do RAP da Saúde, com objetivo de alinhar, junto aos facilitadores, o planejamento pedagógico, os roteiros de acolhimento e a logística dos eventos destinados aos jovens promotores.

Os facilitadores atuam diretamente no acompanhamento dos adolescentes e jovens, oferecendo suporte nas atividades, na capacitação contínua, na avaliação dos feedbacks e na organização das formaturas.

RAP da Saúde
É um projeto da Secretaria Municipal de Saúde em conjunto com a Superintendência de Promoção da Saúde (SPS), para qualificar adolescentes e jovens entre 14 e 24 anos, moradores da cidade do Rio de Janeiro. A seleção dos participantes é feita com base em critérios de vulnerabilidade.

O projeto foi criado em 2007, a partir das experiências da SMS nos Adolescentros da Maré e da Rocinha, sendo institucionalizado e reformulado em 2015, ganhando o formato atual do curso.

Fonte: “Rede de Adolescentes e Jovens Promotores de Saúde – RAP da Saúde” Disponível em https://apsredes.org/rede-de-adolescentes-e-jovens-promotores-de-saude-rap-da-saude/ e “Município faz a seleção para o RAP da Saúde” Disponível em: https://prefeitura.rio/saude/municipio-faz-a-selecao-para-o-rap-da-saude/ – Acesso em 25/06/2026.

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GT de Docência – Programa de Residência em Medicina de Família e Comunidade

Na quarta-feira, 24 de junho de 2026, no Auditório da Estação OTICS-Rio Centro, foi realizado o Grupo de Trabalho de Docência, atividade que integra o Programa de Residência em Medicina de Família e Comunidade (PRMFC) da Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro (SMS-Rio).

Neste encontro, os preceptores discutiram sobre a construção do Curso de Introdução à Preceptoria, voltado ao fortalecimento das competências pedagógicas relacionadas à prática assistencial. A proposta visa capacitar os profissionais para a orientação de estudantes e residentes, com foco no desenvolvimento de habilidades de ensino, comunicação e avaliação em cenários reais de atenção à saúde.

O GT de Docência tem o objetivo de discutir a formação dos médicos residentes, promovendo o aprimoramento das práticas de ensino, da qualificação profissional e da integração entre assistência e educação em saúde.

Medicina de Família e Comunidade – MFC
Na Atenção Básica é a especialidade médica que presta assistência continuada à saúde da população de forma abrangente. O profissional atende processos de saúde que envolvem enfermidade de forma integral, com um enfoque psicológico, familiar e comunitário. A MFC é caracterizada como o primeiro contato entre a população e a assistência médica. Estima-se que 90% das demandas de saúde médica podem ser resolvidas ou amenizadas com a ampliação da Atenção Básica à Saúde para à população.

Fonte: “Medicina de Família e Comunidade” Disponível em https://sanarmed.com/medicina-de-familia-e-comunidade/ – Acesso em 18/03/2026.

O Programa de Residência em Medicina de Família e Comunidade da Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro (SMS-RJ) é um curso de dois anos que forma médicos de família e comunidade desde 2012.

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Reunião de Responsáveis Técnicos – CAP 1.0

Na terça-feira, 23 de junho de 2026, foi realizada, no Auditório da Estação OTICS-Rio Centro, a Reunião de Responsáveis Técnicos das Unidades de Atenção Primária à Saúde da Coordenadoria Geral de Atenção Primária da Área de Planejamento 1.0.

O encontro, conduzido por Maurício Ramos, Médico Responsável Técnico da CAP 1.0, e Luara Lima, Apoiadora Institucional de Saúde Mental da DAPS/CAP 1.0, reuniu os RT’s para discutir o alinhamento dos fluxos de trabalho e a organização dos serviços ofertados à população, em conjunto com a eMulti – Equipes Multiprofissionais na APS.

Também foram abordadas as diretrizes assistenciais e gerenciais, com esclarecimento de demandas e a pactuação de ações voltadas à qualificação do cuidado.

Divisão de Ações e Programas de Saúde – DAPS
Divisão responsável por planejar, coordenar e avaliar programas de saúde pública voltados a populações específicas e grupos prioritários. Coordenam ações relacionadas à saúde da criança, da mulher, do homem, do idoso, saúde mental e nutrição, garantindo que as diretrizes do SUS sejam aplicadas na ponta.

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Reunião de Pontos Focais da Linha de Cuidado de Saúde da Mulher – CAP 1.0

Na terça-feira, 23 de junho de 2026, foi realizada, no Auditório da Estação OTICS-Rio Centro, a Reunião de Pontos Focais da Linha de Cuidados de Saúde da Mulher, organizada pela Divisão de Ações e Programas de Saúde (DAPS) da Coordenadoria Geral de Atenção Primária da Área de Planejamento 1.0 (CAP 1.0).

A reunião foi conduzida por Ulrick Pimentel, Apoio Técnico da DAPS/CAP 1.0, e contou com a participação das enfermeiras pontos focais de Saúde da Mulher nas unidades de Atenção Básica da AP 1.0.

Durante o encontro, foram abordados temas estratégicos para o fortalecimento da linha de cuidados, como: as mudanças na regulação do pré-natal de risco; o matriciamento do pré-natal; a implementação do novo rastreamento do câncer do colo do útero; e a vigilância das gestantes de risco e das rotinas de pré-natal.

A reunião de pontos focais proporciona um espaço de alinhamento técnico, troca de experiências e qualificação das práticas assistenciais, contribuindo para o aprimoramento das ações voltadas à promoção, prevenção e ao cuidado integral à saúde da mulher no território da CAP 1.0.

Linha de Cuidado de Saúde da Mulher
Envolve o cuidado integral das mulheres em todas as fases da vida, inclui ações de prevenção, promoção, tratamento e recuperação da saúde, garantindo acesso equitativo e de qualidade aos serviços de saúde. É fundamental atender as necessidades específicas das mulheres, respeitando suas diversidades e promovendo a equidade em saúde.

O cuidado integral inclui a saúde ginecológica, os direitos sexuais e reprodutivos, a saúde materna ao longo de todo o ciclo gravídico e puerperal, a dignidade menstrual, a atenção ao climatério e à menopausa, a saúde mental e os cuidados em situações de violência. E se dedica a reduzir a mortalidade materna, prevenir doenças e agravos, promover a autonomia e o bem-estar das mulheres e combater a violência de gênero.

A Atenção Integral à Saúde das Mulheres é orientada pela Política Nacional de Atenção Integral à Saúde da Mulher – PNAISM. Elaborada em parceria com diversos setores da sociedade, em especial o movimento de mulheres, o movimento negro e o de trabalhadoras rurais, sociedades científicas, pesquisadores e estudiosos da área, organizações não governamentais, gestores do SUS e agências de cooperação internacional.

Fonte: “Saúde da Mulher“, Ministério da Saúde. Disponível em https://linhasdecuidado.saude.gov.br/portal/ – Acesso em 25/02/2025.

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GT da Comissão de Óbito de Tuberculose – DVS/CAP 1.0

Nesta sexta-feira, 19 de junho de 2026, foi realizado, no Auditório da Estação OTICS-Rio Centro, o Grupo de Trabalho da Comissão de Óbito de Tuberculose que integra a Divisão de Vigilância em Saúde (DVS), da Coordenadoria Geral de Atenção Primária da Área de Planejamento 1.0 (CAP 1.0).

O objetivo do encontro foi analisar e investigar óbitos ocorridos no território, além de identificar fragilidades no processo de cuidado — desde o diagnóstico até o desfecho — para prevenir novos óbitos evitáveis.

O Grupo de Trabalho (GT) da Comissão de Óbito de Tuberculose é uma instância técnica multidisciplinar do SUS responsável pela investigação e análise aprofundada de mortes com menção à doença.

VIGILÂNCIA EM SAÚDE
Está relacionada às práticas de atenção e promoção da saúde dos cidadãos e aos mecanismos adotados para prevenção de doenças. Além disso, integra diversas áreas de conhecimento e aborda diferentes temas, tais como política e planejamento, territorialização, epidemiologia, processo saúde-doença, condições de vida e situação de saúde das populações, ambiente e saúde e processo de trabalho.

Fonte: “Vigilância em Saúde” Disponível em https://pensesus.fiocruz.br/vigilancia-em-saude – Acesso em 27/01/2026.

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Oficina de Implementação do Teste DNA-HPV – DAPS/CAP 1.0

Na quinta-feira, 18 de junho de 2026, foi realizada, no Auditório da Estação OTICS-Rio Centro, a Oficina de Implementação do Teste DNA-HPV, promovida pela Linha de Cuidado da Saúde da Mulher da Divisão de Ações e Programas de Saúde (DAPS), da Coordenadoria Geral de Atenção Primária da Área de Planejamento 1.0 (CAP 1.0).

A oficina foi ministrada por Maria Luiza Iavechia e Ulrick Pimentel, apoiadoras da Saúde da Mulher – DAPS/CAP 1.0, e teve como objetivo qualificar médicos e enfermeiros para a realização de um rastreamento organizado do câncer do colo do útero. O treinamento buscou padronizar os fluxos de coleta, o manuseio das amostras, a solicitação de citologia reflexa e o aconselhamento pós-teste.

A implantação do teste de DNA-HPV no Sistema Único de Saúde (SUS) integra a nova estratégia nacional de rastreamento do câncer do colo do útero. O município do Rio de Janeiro está entre os prioritários na primeira fase dessa transição tecnológica, que representa um marco histórico na prevenção da doença. O teste molecular substitui gradualmente o exame citopatológico (Papanicolau), por apresentar maior sensibilidade e permitir um rastreamento mais preciso e seguro, com foco na identificação do vírus antes mesmo do surgimento de lesões celulares.

Durante a atividade, foram abordados temas fundamentais, como os princípios do teste molecular, os critérios de indicação, a faixa etária recomendada, a periodicidade do rastreamento, as técnicas adequadas de coleta, armazenamento e transporte das amostras, a interpretação dos resultados e os fluxos de encaminhamento das pacientes.

A capacitação também contemplou aspectos epidemiológicos do câncer do colo do útero, os mecanismos de transmissão do HPV, os fatores de risco associados ao desenvolvimento da doença e a importância da vacinação como medida preventiva.

A qualificação dos profissionais de saúde é fundamental para garantir a efetiva incorporação dessa tecnologia ao sistema de saúde. Nesse contexto, a educação permanente em saúde constitui uma estratégia indispensável para a qualificação da assistência, a atualização das práticas clínicas e a promoção do cuidado integral à população.

Linhas de Cuidado de Saúde da Mulher
Envolve o cuidado integral das mulheres em todas as fases da vida, inclui ações de prevenção, promoção, tratamento e recuperação da saúde, garantindo acesso equitativo e de qualidade aos serviços de saúde. É fundamental atender as necessidades específicas das mulheres, respeitando suas diversidades e promovendo a equidade em saúde.

O cuidado integral inclui a saúde ginecológica, os direitos sexuais e reprodutivos, a saúde materna ao longo de todo o ciclo gravídico e puerperal, a dignidade menstrual, a atenção ao climatério e à menopausa, a saúde mental e os cuidados em situações de violência.

Além disso, se dedica a reduzir a mortalidade materna, prevenir doenças e agravos, promover a autonomia e o bem-estar das mulheres e combater a violência de gênero.

A Atenção Integral à Saúde das Mulheres é orientada pela Política Nacional de Atenção Integral à Saúde da Mulher – PNAISM. Elaborada em parceria com diversos setores da sociedade, em especial o movimento de mulheres, o movimento negro e o de trabalhadoras rurais, sociedades científicas, pesquisadores e estudiosos da área, organizações não governamentais, gestores do SUS e agências de cooperação internacional.

Fonte: “Saúde da Mulher“, Ministério da Saúde. Disponível em https://linhasdecuidado.saude.gov.br/portal/ – Acesso em 25/02/2025.


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Oficina de Territorialização AP 1.0 – CF Fernando Antônio Braga Lopes

Nesta quarta-feira, 17 de junho de 2026, foi realizada Oficina de Territorialização para os Agentes Comunitários de Saúde da Clínica da Família Fernando Antônio Braga Lopes, localizada na Área de Planejamento 1.0.

O encontro aconteceu na Sala da Administração da unidade e teve como objetivo revisar e atualizar o mapa territorial da unidade, enfatizando sua relevância na compreensão das necessidades da comunidade e no planejamento das ações de saúde na Atenção Básica. Os agentes comunitários em conjunto com o Gerente Rodrigo Morela, alinharam e definiram os desenhos das microáreas das equipes: Rubi, Safira e Jade.

Durante a oficina, mediada por Vinícius Batista – Analista de Projetos OTICS-Rio Centro, foi utilizado o Google Earth Pro, ferramenta que permite a visualização do território em 3D e auxilia no desenho do mapa territorial da unidade.

O QUE É TERRITORIALIZAÇÃO?
É o mapeamento geográfico e social da área de abrangência de uma unidade de saúde, identificando população adscrita, riscos e vulnerabilidades. Permite organizar ações de promoção e prevenção, como visitas domiciliares, considerando fatores socioeconômicos, culturais e epidemiológicos, além de criar vínculo com a comunidade.

Fonte: “Guia de Territorialização e Diagnóstico de Área da APS no DF (2019)”. Disponível em https://www.saude.df.gov.br/documents/37101/62415/Guia+de+Territorializacao – Acesso em 24/03/2025.

O GOOGLE EARTH PRO
É um software desenvolvido e distribuído pela empresa americana Google cuja função é apresentar um modelo tridimensional do globo terrestre, construído a partir de mosaico de imagens de satélite obtidas de imagens aéreas e SIG (Sistema de Informação Geográfica) 3D. Desta forma, pode ser usado como um gerador de mapas bidimensionais e imagens de satélite ou como um simulador das diversas paisagens presentes no Planeta Terra. Sendo possível identificar lugares, construções, cidades, paisagens, entre outros elementos.

Link para download do Google Earth Pro

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Oficina de Territorialização AP 1.0 – CF Sérgio Vieira de Mello

Nesta quarta-feira, 17 de junho de 2026, foi realizada Oficina de Territorialização para os Agentes Comunitários de Saúde da Clínica da Família Sérgio Vieira de Mello, localizada na Área de Planejamento 1.0.

O encontro aconteceu na Sala dos Agentes da unidade e teve como objetivo revisar e atualizar o mapa territorial da unidade, enfatizando sua relevância na compreensão das necessidades da comunidade e no planejamento das ações de saúde na Atenção Básica. Os agentes comunitários alinharam e definiram os desenhos das microáreas das equipes: São Salvador, Catumbi, Mineira, Coroa, Navarro e Gonçalves.

Durante a oficina, mediada por Vinícius Batista – Analista de Projetos OTICS-Rio Centro, foi utilizado o Google Earth Pro, ferramenta que permite a visualização do território em 3D e auxilia no desenho do mapa territorial da unidade.

O QUE É TERRITORIALIZAÇÃO?
É o mapeamento geográfico e social da área de abrangência de uma unidade de saúde, identificando população adscrita, riscos e vulnerabilidades. Permite organizar ações de promoção e prevenção, como visitas domiciliares, considerando fatores socioeconômicos, culturais e epidemiológicos, além de criar vínculo com a comunidade.

Fonte: “Guia de Territorialização e Diagnóstico de Área da APS no DF (2019)”. Disponível em https://www.saude.df.gov.br/documents/37101/62415/Guia+de+Territorializacao – Acesso em 24/03/2025.

O GOOGLE EARTH PRO
É um software desenvolvido e distribuído pela empresa americana Google cuja função é apresentar um modelo tridimensional do globo terrestre, construído a partir de mosaico de imagens de satélite obtidas de imagens aéreas e SIG (Sistema de Informação Geográfica) 3D. Desta forma, pode ser usado como um gerador de mapas bidimensionais e imagens de satélite ou como um simulador das diversas paisagens presentes no Planeta Terra. Sendo possível identificar lugares, construções, cidades, paisagens, entre outros elementos.

Link para download do Google Earth Pro

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