Reunião de Apoiadores das Práticas Integrativas e Complementares em Saúde – AP 1.0

Na manhã de quinta-feira, 20 de março de 2025, no Auditório da Estação OTICS-Rio Centro, foi realizada Reunião de Apoiadores das Práticas Integrativas e Complementares em Saúde (PICS), organizada pela Coordenadoria de Doenças Crônicas Não Transmissíveis da Subsecretaria de Promoção da Saude Atenção Primária e Vigilância de Saúde – SUBPAV/SMS-Rio.

A reunião foi ministrada por Ana Cecília Valdés – Gerência PICS, com objetivo de alinhar as atividades entre a gerência e os apoiadores da AP 1.0, para fortalecer o cuidado ofertado nas Unidades de Atenção Primária à Saúde (APS).

As PICS são abordagens terapêuticas que podem ajudar a prevenir doenças, promover a saúde e recuperar-se. 

Práticas Integrativas e Complementares em Saúde (PICS)
São abordagens terapêuticas com propósito de prevenir agravos à saúde, a promoção e recuperação da saúde, enfatizando a escuta acolhedora e a construção de laços terapêuticos.

Essas condutas terapêuticas desempenham um papel abrangente no SUS e podem ser incorporadas em todos os níveis da Rede de Atenção à Saúde, com foco especial na Atenção Primária, onde têm grande potencial de atuação.

O Brasil é referência mundial na área de práticas integrativas e complementares na atenção básica. É uma modalidade que investe em prevenção e promoção à saúde com o objetivo de evitar que as pessoas fiquem doentes. E quando necessário são usadas para aliviar sintomas e tratar pessoas que já estão com algum tipo de enfermidade.

Fonte: “Práticas Integrativas e Complementares em Saúde (PICS)” Disponível em: https://www.gov.br/saude/PICS – Acesso em 20/03/2025.


Encontre uma unidade de saúde mais próxima: prefeitura.rio/ondeseratendido
Acompanhe o calendário vacinal em https://saude.prefeitura.rio/vacinacao/

Aula de Residentes do 3º ano – Programa de Residência em Medicina de Família e Comunidade

Na manhã desta quinta-feira, 20/03/2025, na Sala de Reunião da Estação OTICS-Rio Centro, foi realizada Aula da Turma de Residência do 3º ano – R3, que integra o Programa de Residência em Medicina da Família e Comunidade da Secretaria Municipal de Saúde – PRMFC – SMS Rio.

Com a responsabilidade dos preceptores do Grupo de Trabalho de Saúde Mental, o encontro teve como tema de discussão: “Psicopatologia – Entrevista em saúde mental”.

A Política Nacional de Saúde Mental determina que a atenção em saúde mental seja oferecida no Sistema Único de Saúde (SUS) e modificou a estrutura da assistência à saúde mental. Construindo um sistema de assistência orientado pelos princípios fundamentais do SUS (universalidade, equidade e integralidade).

Na cidade do Rio de Janeiro, a Secretaria Municipal de Saúde – SMS Rio, oferece atendimento através dos Centros de Atenção Psicossocial (CAPs), Centros de Atenção Psicossocial Infantojuvenil (CAPSi), Centro de Atenção Psicossocial álcool e outras drogas (CAPS AD), Residências Terapêuticas e Unidades de Acolhimento.

Medicina de Família e Comunidade – MFC
É a especialidade médica na Atenção Básica que presta assistência continuada à saúde da população de forma abrangente. O profissional atende processos de saúde que envolvem enfermidade de forma integral, com um enfoque não só biológico e individual, mas também psicológico, familiar e comunitário. Refletindo sobre desenvolvimento do raciocínio clínico e acurácia diagnóstica.

A MFC é caracterizada como o primeiro contato entre a população e a assistência médica. Estima-se que 90% das demandas de saúde médica podem ser resolvidas ou amenizadas com a ampliação da Atenção Básica à Saúde para à população.

Fonte: “Medicina de Família e Comunidade” Disponível em https://sanarmed.com/medicina-de-familia-e-comunidade/ – Acesso em 04/12/2024.


Encontre uma unidade de saúde mais próxima: prefeitura.rio/ondeseratendido
Acompanhe o calendário vacinal em https://saude.prefeitura.rio/vacinacao/

Dia Mundial da Saúde Bucal

Em 20 de março é celebrado o Dia Mundial da Saúde Bucal, data instituída pela Federação Dentária Internacional (FDI) para reforçar a importância dos cuidados com a higiene bucal diariamente.

A data também coloca em pauta discussões importantes, como a influência da saúde bucal na qualidade de vida da população e formas de levar prevenção, tratamento e controle das doenças orais a quem não tem acesso à atendimentos odontológicos.

A saúde bucal está integrada com a saúde do corpo. Existem evidências de que a higiene bucal inadequada, além de causar inúmeros problemas bucais, favorece o desenvolvimento de várias patologias.

Isso nos leva a refletir sobre a importância de tratar a saúde do paciente de forma integral e da atuação da Equipe de Saúde Bucal na promoção de ações voltadas a prevenção de doenças.

A educação e conscientização de pacientes em relação aos cuidados diários com a saúde bucal deve ser parte integrante de qualquer atendimento odontológico.

A SMS-Rio através das unidades de Atenção Primária à Saúde, disponibiliza atendimento odontológico gratuito com o objetivo de ampliar o acesso à saúde bucal e melhorar a qualidade de vida da população. Além de promover ações e programas, como o Programa Saúde na Escola (PSE) que integra as políticas de saúde e educação na escola pública.

O Dia Mundial da Saúde Bucal é uma oportunidade para propagar a importância da Saúde Bucal na saúde geral da população.

Fonte: ““Uma boca feliz é… Uma mente feliz” : 20/3 – Dia Mundial da Saúde Oral 2025” Disponível em https://bvsms.saude.gov.br/uma-boca-feliz-e-uma-mente-feliz-20-3-dia-mundial-da-saude-oral-2025/ – Acesso em 20/03/2025.


Encontre uma unidade de saúde mais próxima: prefeitura.rio/ondeseratendido
Acompanhe o calendário vacinal em https://saude.prefeitura.rio/vacinacao/

GT Abordagem Comunitária – Programa de Residência em Medicina de Família e Comunidade

Na quarta-feira, 19 de março de 2025, no Auditório da Estação OTICS-Rio Centro foi realizado o Grupo de Trabalho de Abordagem Comunitária, que integra o Programa de Residência em Medicina da Família e Comunidade (PRMFC) da Secretaria Municipal de Saúde (SMS Rio).

Neste encontro, os residentes discutiram sobre a “Construção da aula de introdução a Abordagem Comunitária”.

A abordagem comunitária é uma estratégia que aproxima o profissional de saúde da comunidade e das famílias. Faz parte do escopo de atuação da equipe de Saúde da Família e inclui ações de vigilância, prevenção e promoção da saúde. Também tem como foco dominar a realização de diagnóstico situacional de saúde, desenvolver ações educativas no território para fortalecimento do autocuidado em saúde e compreender os fundamentos da educação popular em saúde.

Medicina de Família e Comunidade – MFC
É a especialidade médica na Atenção Básica que presta assistência continuada à saúde da população de forma abrangente. O profissional atende processos de saúde que envolvem enfermidade de forma integral, com um enfoque não só biológico e individual, mas também psicológico, familiar e comunitário. Refletindo sobre desenvolvimento do raciocínio clínico e acurácia diagnóstica.

A MFC é caracterizada como o primeiro contato entre a população e a assistência médica. Estima-se que 90% das demandas de saúde médica podem ser resolvidas ou amenizadas com a ampliação da Atenção Básica à Saúde para à população.

Fonte: “Medicina de Família e Comunidade” Disponível em https://sanarmed.com/medicina-de-familia-e-comunidade/ – Acesso em 19/03/2025.

O Programa de Residência em Medicina de Família e Comunidade da Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro (SMS-RJ) é um curso de dois anos que forma médicos de família e comunidade desde 2012.


Encontre uma unidade de saúde mais próxima: prefeitura.rio/ondeseratendido
Acompanhe o calendário vacinal em https://saude.prefeitura.rio/vacinacao/

Oficina de Atualização PCDT HIV – CAP 1.0

Durante a tarde de terça-feira, 18 de março de 2025, no Auditório da Estação OTICS-Rio Centro, foi realizada Oficina de Atualização do Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas (PCDT) de HIV, organizada pela Divisão de Ações e Programas de Saúde (DAPS) da Coordenadoria de Atenção Primária da Área de Planejamento 1.0.

A oficina foi ministrada pelo Dr. Thiago Mamede – Médico Infectologista CAP 1.0, com a participação do Dr. Gustavo Guimarães – Médico Infectologista. Teve como objetivo discutir os cenários práticos no acompanhamento de pessoas vivendo com HIV.

Participaram da oficina os Profissionais de Atenção Primária à Saúde (APS) da CAP 1.0: Responsáveis Técnicos Médico e de Enfermagem; Farmacêuticos e Enfermeiros selecionados estrategicamente.

Entre os tópicos abordados estão: Metas 95-95-95; Abordagem Inicial; Quando iniciar a TARV?; Genotipagem pré-tratamento; Como iniciar a TARV?; Monitoramento de Pessoas Vivendo com HIV/AIDS (PVHA); Imunizações; Falha da TARV; Troca (Switch) de Esquema; e Síndrome Inflamatória da Reconstituição Imune (SIRI).

A atualização do PCDT HIV facilita a consulta por profissionais e pacientes e inclui novas opções de tratamento e diagnóstico, orienta o cuidado e tratamento disponível no SUS.

Atualização PCDT HIV
Documento que orienta o cuidado e tratamento disponível no SUS, com a atualização passou a ser dividido em três módulos, facilitando a consulta por pacientes e profissionais de saúde. Inclui novas opções de terapia antirretroviral (TARV), para controlar a infecção pelo HIV, além de novos testes diagnósticos. Outra novidade é a mudança do texto do documento que, pela primeira vez, destaca que pessoas que vivem com HIV/AIDS com a carga viral indetectável não apresentam risco de transmitir o vírus por via sexual.

A atualização enfatiza a importância das ações e também traz estratégias para o diagnóstico, o tratamento e a profilaxia de outras condições associadas ao HIV.

Fonte: “Ministério da Saúde publica atualização do PCDT de HIV em adultos” Disponível em Atualização PCDT HIV – Acesso em 18/03/2025.


Encontre uma unidade de saúde mais próxima: prefeitura.rio/ondeseratendido
Acompanhe o calendário vacinal em https://saude.prefeitura.rio/vacinacao/

Reunião da Comissão de Mortalidade Materna e Infantil – AP 1.0

Na manhã de terça-feira, 18 de março de 2025, no Auditório da Estação OTICS-Rio Centro, foi realizada a Reunião da Comissão de Mortalidade Materna e Infantil da Coordenadoria de Atenção Primária da Área de Planejamento 1.0.

A reunião foi ministrada por Jaqueline Evaristo – Enfermeira Sanitarista, com a participação dos profissionais de saúde da Divisão de Vigilância em Saúde (DVS) e da Divisão de Ações e Programas de Saúde (DAPS).

Teve como objetivo discutir casos de mortalidade ocorridos na AP 1.0, propondo medidas de melhoria na qualidade da assistência à saúde para prevenção e redução dos óbitos.

Neste encontro os presentes discutiram sobre “Óbito Materno Tardio”, morte que ocorre mais de 42 dias após o final da gravidez, mas antes de um ano. Em que as causas podem ser obstétricas diretas ou indiretas.

A Comissão de Mortalidade é um grupo multiprofissional que identifica, acompanha e monitora óbitos. Sendo um instrumento para avaliar a assistência à saúde e subsidiar políticas públicas.

VIGILÂNCIA EM SAÚDE
Está relacionada às práticas de atenção e promoção da saúde dos cidadãos e aos mecanismos adotados para prevenção de doenças. Além disso, integra diversas áreas de conhecimento e aborda diferentes temas, tais como política e planejamento, territorialização, epidemiologia, processo saúde-doença, condições de vida e situação de saúde das populações, ambiente e saúde e processo de trabalho. A partir daí, a vigilância se distribui entre: epidemiológica, ambiental, sanitária e saúde do trabalhador.

Fonte: “Vigilância em Saúde” Disponível em https://pensesus.fiocruz.br/vigilancia-em-saude – Acesso em 18/02/2025.


Encontre uma unidade de saúde mais próxima: prefeitura.rio/ondeseratendido
Acompanhe o calendário vacinal em https://saude.prefeitura.rio/vacinacao/

Reunião da Rede de Atenção Psicossocial – AP 1.0

Na segunda-feira, 17 de março de 2025, no Auditório da Estação OTICS-Rio Centro, foi realizada a “Reunião da Rede de Atenção Psicossocial (RAPS)”  da Coordenadoria de Saúde da Área de Planejamento 1.0.

A reunião foi ministrada por Beatriz Vieira – Enfermeira e Fátima Menezes – Apoiadora Institucional de Saúde Mental. Participaram do encontro os Gestores e Profissionais de Saúde da AP 1.0, discutindo sobre “Fluxo de Cuidado em Saúde Mental na AP 1.0”.

Os atendimentos em saúde mental, são realizados na Atenção Primária à Saúde (APS) e nos Centros de Atenção Psicossocial (CAPS), onde o usuário recebe assistência multiprofissional e cuidado terapêutico conforme sua situação. Em algumas modalidades desses serviços também há possibilidade de acolhimento noturno e/ou cuidado contínuo em situações de maior complexidade.

Rede de Atenção Psicossocial (RAPS)
É um conjunto de diferentes serviços que articulados formam uma rede para cuidar das pessoas com transtornos mentais e com problemas em decorrência do uso de drogas, bem como a seus familiares, nas suas diferentes necessidades. Tem como objetivo proporcionar atenção integral e contínua a pessoas com necessidades relacionadas à saúde mental.

É constituída por um conjunto integrado e articulado de diferentes pontos de atenção para atender pessoas em sofrimento psíquico, com estabelecimento de ações intersetoriais para garantira integralidade do cuidado. É organizada pelos seguintes componentes: I. Atenção Primária à Saúde; II. Atenção Especializada; III. Atenção às Urgências e Emergências; IV. Atenção Residencial de Caráter Transitório; V. Atenção Hospitalar; VI. Estratégias de Desinstitucionalização e Reabilitação.

A porta de entrada para o cuidado em saúde mental são os serviços da atenção básica, os Centros de Atenção Psicossocial (CAPS) e os serviços de urgência e emergência, onde as pessoas são acolhidas, sejam elas referenciadas, ou demanda espontânea.

Fonte: “Rede de Atenção Psicossocial” Disponível em: https://www.gov.br/saude/pt-br/composicao/saes/desmad/raps#:~:text=A%20RAPS%20%C3%A9%20formada%20pelos,(UA)%2C%20SAMU%2C%20Hospitais – Acesso em 17/03/2025.


Encontre uma unidade de saúde mais próxima: prefeitura.rio/ondeseratendido
Acompanhe o calendário vacinal em https://saude.prefeitura.rio/vacinacao/

Aula R3 – Programa de Residência em Medicina de Família e Comunidade

Na tarde de sexta-feira, 14/03/2025, no Auditório da Estação OTICS-Rio Centro, foi realizada Aula da Turma de Residência R3, que integra o Programa de Residência em Medicina da Família e Comunidade (PRMFC) da Secretaria Municipal de Saúde (SMS-Rio).

O encontro foi organizado pelos preceptores do Grupo de Trabalho de Gestão. Com a ministração da aula sendo feita pelo Dr. André Lopes – Coordenador da COREME (Comissão de Residência Médica) e Supervisor do PRMFC Rio da SMS-RJ, os residentes do 3º ano debateram o tema: “Organização do SUS na cidade do Rio de Janeiro”.

Medicina de Família e Comunidade – MFC
É a especialidade médica na Atenção Básica que presta assistência continuada à saúde da população de forma abrangente. O profissional atende processos de saúde que envolvem enfermidade de forma integral, com um enfoque não só biológico e individual, mas também psicológico, familiar e comunitário. Refletindo sobre desenvolvimento do raciocínio clínico e acurácia diagnóstica.

A MFC é caracterizada como o primeiro contato entre a população e a assistência médica. Estima-se que 90% das demandas de saúde médica podem ser resolvidas ou amenizadas com a ampliação da Atenção Básica à Saúde para à população.

Fonte: “Medicina de Família e Comunidade” Disponível em https://sanarmed.com/medicina-de-familia-e-comunidade/ – Acesso em 04/12/2024.

O Programa de Residência em Medicina de Família e Comunidade da Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro (SMS-RJ) é um curso de dois anos que forma médicos de família e comunidade desde 2012.


Encontre uma unidade de saúde mais próxima: prefeitura.rio/ondeseratendido
Acompanhe o calendário vacinal em https://saude.prefeitura.rio/vacinacao/

Aula do Módulo de Cuidado Integral à Saúde da Família – MPAPS – ENSP/FIOCRUZ E SMS-Rio

Nesta quinta-feira, 13/03/2025, no Auditório da Estação OTICS-Rio Centro, foi realizada Aula do Módulo de Cuidado Integral à Saúde da Família que integra o Mestrado Profissional em Atenção Primária à Saúde (MPAPS).

A aula, intitulada “Discutir as concepções de abordagem sistêmica e desenvolver práticas com ênfase na APS”, foi ministrada pela Professora Doutora Thais Yamamoto (UERJ). Os presentes discutiram sobre como a abordagem sistêmica prioriza a estrutura, as inter-relações e a dinâmica dos sistemas, em vez do detalhamento dos seus elementos, para entender os padrões e comportamentos observados na população.

O MPAPS é um curso estratégico da Escola Nacional de Saúde Pública – ENSP/FIOCRUZ, com ênfase na Estratégia de Saúde da Família (ESF). É apoiado pela Secretaria Municipal de Saúde (SMS-Rio) para a formação dos profissionais da Subsecretaria de Promoção da Saúde Atenção Primaria e Vigilância de Saúde (SUBPAV).

Mestrado Profissional em Atenção Primária à Saúde (MPAPS)
O MPAPS faz parte do Programa de Pós-graduação em Saúde Pública, com objetivo de formar mestres em Saúde Pública na área de Atenção Primária à Saúde (APS) com ênfase na Estratégia de Saúde da Família, a partir da sistematização do conhecimento técnico científico produzido na prática dos profissionais de Saúde, visando à ampliação e o desenvolvimento de competências que qualifiquem o trabalho na APS e contribuam para o fortalecimento do SUS.

Fonte: “ENSP – Mestrado Profissional em Atenção Primária à Saúde” Disponível em: https://campusvirtual.fiocruz.br/portal/?q=node/73472 – Acesso em 13/03/2025.

Março Lilás, Azul-Marinho e Amarelo

O mês de março é dedicado ao debate de três campanhas de saúde que têm diferentes focos. Representadas pelas cores lilás, amarelo e azul-marinho, as campanhas visam ampliar a conscientização e o combate ao câncer do colo do útero e colorretal, além da endometriose.

O Março Lilás reforça a necessidade da prevenção contra o câncer do colo do útero — uma das principais causas de mortalidade feminina no Brasil. Causado pela infecção persistente do vírus do HPV, o Papilomavírus Humano. A campanha destaca a importância do exame papanicolau, do uso de preservativos e da vacinação contra o HPV, como formas eficazes de reduzir os casos da doença. Com diagnóstico precoce, as chances de cura são altas, por isso é importante ter consultas periódicas com o médico ginecologista.

O Março Azul-Marinho alerta para o câncer colorretal, um dos mais comuns no Brasil, especialmente em pessoas acima de 50 anos. Reforçando a importância da prevenção por meio de hábitos saudáveis e exames regulares, uma vez que a doença pode se desenvolver de forma silenciosa. Quando identificado precocemente, tem altas chances de tratamento e cura.

Já a campanha Março Amarelo busca conscientizar sobre a endometriose, uma doença crônica que afeta muitas mulheres e pode causar dores intensas, desconforto durante as relações sexuais e dificuldades para engravidar. Os sintomas podem ser confundidos com cólicas menstruais comuns, dificultando a descoberta da doença. Para o diagnóstico, é fundamental a consulta regular com um médico ginecologista, que indicará o tipo de tratamento adequado. O diagnóstico precoce e o terapêutica correta podem melhorar a qualidade de vida das pacientes.

Durante todo o mês, as instituições de saúde pública promovem campanhas para conscientizar e alertar a população sobre os riscos de desenvolvimento das doenças, os sintomas e como preveni-las.

Fonte: “Lilás, amarelo e azul-marinho: conheça as campanhas de março” Disponível em: https://news.cremerj.org.br/2024/03/06/lilas-amarelo-e-azul-marinho-conheca-as-campanhas-do-mes-de-marco/ – Acesso em 12/03/2025.


Em caso de dúvidas, procure uma unidade de saúde mais próxima: prefeitura.rio/ondeseratendido
Acompanhe o calendário vacinal em https://saude.prefeitura.rio/vacinacao/